REVENUE MANAGEMENT É ASSUNTO SÉRIO
By Rui Ventura
Hotelaria é um assunto sério, uma industria séria e tão lucrativa que precisamos dar um basta nos oportunistas de plantão. Sinto muito mas eu preciso ser direto e vou principalmente “linkar” esta postagem para outras duas que eu gostaria que fossem analisadas com olhos de quem leva o assunto a sério.
Eu posso assumir a administração de um hotel e mudar o lucro de 10 para 200% em 12 meses. Isso não é exatamente algo que se possa fazer todos os dias e ainda bem que nem em todos os Hoteis, mas eu já tiver oportunidade de fazer isso e FIZ. ( Na ocasião fui visitado por um professor da cornell university, com quem tive oportunidde de trabalhar e com quem aprendi muito. Ele sentou-se na minha mesa, abriu meus gráficos e perguntou após a análise: " Rui como vc conseguiu isto?' Eu disse Oleg vc é um bom professor, eu apenas sei fazer e faço o que consigo tão bem aprendi. Isso é Administração Hoteleira sustentada por RM, Revenue Management, aliás gerente geral que não sabe operar revenue é no máximo um bom Sub Gerente, porque o profissional sério responsável pela Gerencia Geral de um hotel, não vai deixar que a receita dependa seja de quem for isoladamente. É um assunto sério envolve toda a unidade e depende de um Lider que acima de tudo saiba como tud funciona e tem a visão necessária para mudar o que achar necessário. É uma disciplina de um curso de extensão universitária como aliás, mesmo no Brasil, isso é entendido e uma instituição séria afirma isso o SENAC . Caso a matéria saia do ar, estou reproduzindo abaixo a mesma em Print Screan:
Como se isso não bastasse, aparecem os almofadinhas, com todo o
respeito, mas não posso conceber, que alguém se ache o GURU do
Revenue, iniciando dizendo que vai trazer o que aprendeu na
origem em companhias aéreas, que embora tenham sido os primeiros
a usar a ferramenta/filosofia/sistema e o lá usado, seja
genericamente o mesmo ou melhor tenha o mesmo embasamento geral,
não tem nada a ver um com o outro, O que precisa ser usado e
implantado na hotelaria. Até hoje os poucos que me disseram ter
um sistema de RM para hotelaria que funcione, quando pedi para
ver "correram" será que... Têm mesmo? a semelhança é que se trata
de dois tipos de empresa que se prestam a esse tipo de gestão. E
sim foi na Aviação que ele começou assim como foi a America
Airlines que iniciou o Yield Managemente, e não, não são a mesma
coisa. Até já publiquei a diferença.
Com o Revenue se fazem proezas como a que eu fiz várias vezes em
minha vida, como é possível alguém que diz entender do assunto se
propor a dar um curso de RM com cerca de 8 horas de duração por
pouco mais de cem reais. Desculpem, mas ou vamos encarar o
Revenue com RESPEITO ou os hoteleiros e os ditos gerentes de
receita vão ter muitas decepções e perder muito dinheiro até
entenderem onde erraram. Caso o Link do curso saia do ar, junto o
Print Screan do mesmo:
Não me entendam mal, mas Revenue Management como gostam de lhe
chamar ou o verdadeiro GERENCIAMENTO DE RECEITAS é algo muito
sério e requer respeito.
É Matemático
É científico.
É analítico
E é Conclusivo.
Tem Inicio e não tem fim.
Para se ser um profissional e lidar bem com RM precisa ser Amante
da matemática - da Economia -do cálculo - E da lógica.
Um Pequeno alerta: Lidar com RM de qualquer maneira e por
quaisquer mãos, pode fazer, e acreditem FAZ a grande diferença
entre o SUCE$$O e a Falência.
Revenue Management (Gerenciamento de Receitas)
By Rui VenturaHospedagem cara e Contraproducente
By Rui Ventura
É com este título: “Hospedagem em SP e no Rio é mais cara que em Berlim
AE – Agencia Estado”.
Lamentável, a folha on line,trazer uma notícia que por verdadeira demonstra incompetência e amadorismo do setor, e que este por sua vez, culpa normalmente o governo pela falta de “oportunidade”, não, o que há é falta de trabalho sério.
Falei recentemente de custos e vou continuar, claro que logo depois desta postagem, eu falarei de Vendas, para amenizar um pouco.
Se perguntarmos por que o Rio e SP são tão caros, vamos escutar um rosário de desculpas, cujo sinônimo se reduz a incompetência, e exceto em um caso, de parte a parte, governo e iniciativa privada. Já sei que, temos a carga tributária mais elevada absurda e mal administrada do Mundo, mas cada povo tem o governo que merece já que os políticos são eleitos pelo voto, ou será que não?
Porque os Hotéis, vamos ficar com RJ e SP, são tão caros? Porque 90% dos empresários não sabe quanto custa abrir a porta, e nem quanto seu negócio deve dar de lucro para ser sustentável e permanente. Então pratica preços de acordo com o “andar da carruagem”.
1º Há a saber, que um hotel não dá prejuízo a partir dos 31% de ocupação real, ou pelo menos não pode dar, e isso é uma questão administrativa financeira. É preciso conhecer: mercados, finanças, custo, matemática e administração hoteleira para se chegar a uma tabela honesta e com lucros de acordo com o tipo de indústria que temos, e nela, da categoria e serviço de que dispomos.
2º O empresário tende a crescer, para isso precisa investir, crescer não é sinônimo de crescimento da conta bancária pessoal, é algo muito mais amplo e digno, e quando a nossa matéria prima é Gente, preocupemo-Nos com Ela e todas as nossas melhores expectativas serão positivamente excedidas.
Hoje se eu tivesse Hotel no Eixo Rio São Paulo, com certeza nos últimos 3 anos já tinha construído ou adquirido outra unidade isso se eu só tivesse uma.
O que falta realmente é Administração coerente, planejamento e competência para gerir uma indústria complexa que anda ainda muito na base do amadorismo.Só por curiosidade, quantos hoteleiros teem uma distribuição de seus lucros planejada? Quanto está sendo atribuído a manutenção e melhoramento do empreendimento, treinamento e reciclagem de mão-de-obra, e novos investimentos? isto para não alongarmos a lista.
Será que alguém fez conta de quantos turistas, ou mesmo quantos executivos deixamos de receber por falta de acomodações ou por preços que mais parecem uma piada? Aos Senhores governantes, já lhes passou pela cabeça calcular o quanto deixam de arrecadar em impostos pela falta de gestão e pelo absurdo cobrado em taxas e impostos no setor de turismo e hospedagem? No caso da reportagem citada há uma pessoa que planejava passar um mês no Brasil, passou 15 dias. Sei que “uma andorinha não faz primavera”,mas se em um ano tivermos, e devemos ter, um milhão de casos,interessou? É, tudo o que se multiplica por esse nr. Vale a pena, mesmo para quem não tem visão de futuro. Além da total falta de infra estrutura para turistas? Diria até por falta de incentivo, faltam apartamentos a preços decentes, porque há poucos, onde está o planejamento? Porque não, já que a iniciativa privada se mostra incompetente, planejar e prever novas UH (unidades habitacionais) antes que este caus. se instale? Não quero aqui dizer que o Governo deva criá-las ou pensar em Administrar Hotéis, já que, não precisamos de esforço para perceber que os governantes não fazem nem o dever de casa. Não há saúde, a educação é uma palhaçada, as estradas estão sucateadas, linhas férreas nem pensar, os aeroportos em colapso, os portos assoreados, enfim, uma “fartura”, falta tudo…. Se fossem hoteleiros então seria pior ainda. Mas podiam perfeitamente chamar pessoas que entendam do assunto e dizer-lhes, vamos ter falta de apartamentos daqui a 5 anos, estamos dispostos a subsidiar construção, nada de ampliações, e sim novos hotéis neste e naquele local, o que o Senhor (a) acha de administrar esta ou estas unidades desde a fundação com dinheiro subsidiado pelo BNDES, mas isso sem apadrinhamentos, esse dinheiro tem que ser um empréstimo, precisa das respectivas carências, mas tem que ser totalmente devolvido ou o empreendimento vai a leilão, o que não é interessante nem para o banco nem para o empresário,muito menos par o País, colecionador de “elefantes brancos” como o complexo dos jogos Pan Americanos no Rio que hj poderia estar sendo BELISSÍMAMENTE utilizado para suprir falhas de mercado, e está lá sucateando e dando despesa, ninguém se importa, já que é dinheiro do contribuinte. Não deixaria de pagar um centavo de um financiamento no Rio em SP ou em qualquer uma das cidades onde isso se faz necessário, e nem o aceitaria se não fosse feito em moldes coerentes.
O Turismo é uma indústria, como a petrolífera, a siderúrgica, a construção civil e tantas outras. O empresário Brasileiro ainda não acredita nisso, e como tal explora o turista, sem sequer perceber que ninguém engana ninguém e logo, o enganado vai embora, e espalha o seu sentimento negativo pelo seu circulo de amizades o que invariavelmente destrói algo que não tem nenhum motivo para não estar sempre em ascensão, a não ser a INCOMPETÊNCIA EXPLICITA QUE DEU ORIGEM À MATÉRIA DA FOLHA E EM BREVE O QUADRO ESTARÁ PIOR, ou profissionaliza-se o setor.
Custos:Reduzir ou Diluir – Eis a Questão.
By Rui Ventura
Reduzir custos, qualquer um
reduz, ou pelo menos assim pensa, pois as atitudes inerentes ao
fato, muito provavelmente vão mostrar num futuro muito próximo que
a operação não deu exatamente o resultado previsto.
Administração, não se faz por promissórias, se esta não dá vamos ver a próxima. Isto é uma atitude de amadorismo que cada vez mais deixa de ter aceitação plausível no nosso meio.
Casos há em que a redução se faz necessária e proceda-se a ela, mas é preciso ponderar exatamente quais as implicações de tal atitude, pois o que se deseja com ela é a redução pura e simples e não complicar modelos de operação cujo conserto se torne depois demasiado caro.
Há sim situações em que o enxugamento é recomendável, e assim sendo faça-se. Precisamos no entanto ter em mente que lidamos sempre com gente e prestamos serviços para pessoas, não há nada que dê mais lucro que o cliente satisfeito um de nossos segredos é fazer com que o seno hospede se sinta como em casa. E não é visto com bons olhos o rodizio constante dos atendentes.
Porque a diluição? Se eu tenho uma estrutura, com um custo fixo e uma rentabilidade “X” tudo o que eu tenho que fazer é traçar os planos, para que esta estrutura me leve à rentabilidade “X+Y” e é espantoso o que se consegue com este tipo de raciocínio, e é muito gratificante percebermos, que o mesmo que nos rendia o “X” foi otimizado e passou ao novo resultado, na maioria das vezes treinando e motivando as pessoas existentes.
É possível neste tipo de administração envolver e fortalecer as equipes, fazer com que elas se tornem muito mais, a parte do nosso TODO.
É muito mais fácil motivar para grandes resultados positivos, quando mostramos que, apenas com um pouquinho mais, estes já começam a aparecer. Assim por vezes não só se salvam estruturas inteiras, como se transformam equipes medíocres, em verdadeiros vencedores.
Redução de custos, em especial por corte de pessoal é, na maioria das vezes sinônimo de comodismo. E o resultado nunca é positivo. Quando se olha para o longo prazo, trabalhar, treinar e calcular tem um som POSITIVO,para o medíocre enxugar .
Custos a gente dilui. E com isso Otimizamos resultados. E geramos empregos e crescimento.
Quanto Custa?
By Rui Ventura
Quanto custa abrir as portas de seu Hotel? Uma vez aberto, está aberto. Não, errado, uma vez aberto ele continua custando;
E é primordial que se saiba o quanto, se falarmos em termos genéricos a gente até transforma o valor em diárias e sabe exatamente quantos apartamentos precisam estar ocupados e sendo pagos para que as despesas do dia se paguem, sem deixar de ter calculado o valor real, se entrar numa política de descontos é preciso que isto tenha sido devidamente calculado para elaboração da tarifa..
É isto, e que um hotel de categoria média, falo de três, Quatro estrelas ou equivalente deve dar um LUCRO LÍQUIDO de 27 a 33% é o que a maioria dos hoteleiros desconhece com exatidão e aqui entramos no conhecido ciclo dos “chorões” de plantão que passam a se queixar interminavelmente de crise, do governo da prefeituras, não a culpa não é deles, tudo o que acontece em nossas vidas é sempre e só culpa nossa.
É sabido que é muito mais fácil se queixar, arranjar um culpado e em última análise culpar o governo. Do que realmente entender que não há hotel que não dê lucro, há enfoques errados em suas administrações, e claro desconhecimento no quesito custos, a maioria das vezes administração em geral. Hotel é foi e será sempre um investimento rentável. E Convive muito bem com qualquer crise, isto serve para a maioria dos similares, Bares, restaurantes “Bistreaux” e etc.
Quando uma empresa não dá lucro, e isso foi tido como liquido e certo, liquida-se, desde que esgotadas todas as hipoteses de viabilizar rentabilidade.
Mas no Caso da hotelaria isso não existe, é uma indústria em franca expansão, haja vista as grandes redes internacionais investindo pesado no setor por esse Brasil a fora. Não fosse assim, eles estariam “respirando outros ares”.
O que há realmente é escassez de profissionais competentes nas administrações hoteleiras em todos os escalões, muitas vezes esse desconhecimento parte já dos empresários que, assim sendo estão despreparados para contratação de executivos.
Para que algum parâmetro haja, tomemos por base estes números:
Se você tem um Hotel de 3 ou 4 estrelas ou (similar) este empreendimento dependendo de sua estrutura como um todo precisa lhe dar um LUCRO LÍQUIDO entre 27 e 33%(Se assim não for, algo está muito errado), o Hotel não pode dr prejuízo acima de 32% de ocupação real
No Caso de restaurantes, isso muda um pouco de figura porque precisaríamos olhar a vários tipos deles, mas tomemos, por exemplo, o restaurante em que a maioria das pessoas almoçam por estarem trabalhando fora ou até mesmo executivos que precisam levar algum cliente mais despretensioso, então falamos aqui de casa onde vc pode fazer a sua refeição com um valor entra 20 e 50 (reais). Esta casa tem que estar dando o Lucro Liquido de 33,33% os grandes “restauranteurs” não admitem de forma alguma um percentual inferior a este como lucro líquido, e quando este não é o resultado, e eles não sabem como fazê-lo acontecer. Deixam o negócio.
Num próximo encontro falaremos de custos: redução ou diluição
TEMPEROS...
By Rui Ventura
TEMPEROS, Aromatizantes, Condimentos
Temperar é por sal na medida certa – operação simples e, não obstante, fundamental, par a cozinha que exige “gosto”, uma grande sutileza, muita atenção e muito discernimento.
Os Aromatizntes – os aromatizantes usados na cozinha devem, salvo raras exceções,fundir o seu aroma particular com o sabor geral dos pratos, que elas realçam de maneir mais ou menos pronunciada.
Todos provêm de plantas aromáticas, sendo as mais conhecidas e usadas as seguintes:
Endro,cravo-da-índia,coentro, louro, macis,mostarda, noz-moscada,pimenta tomilho, anis, badiana,manjericão, comilho, funcho,junípero,raiz-forte, alecrim,salva, páprica, açafrão caril (curry),cerefólio,estragão, salsa, raspas de limão, laranja e tangerina, baunilha, chá chocolate e café.
O site onde fiz os links é muito interessante para quem gosta das coisas naturais.
Podem-se substituir essas plantas por espécies compostas mais fáceis de empregar,mas com o inconveniente de dar um aroma padronizado.
Permitam-me sugerir uma das melhores fórmulas culinárias:
· 10 grs. De louro seco.
· 10 grs. De tomilho seco.
· 10 grs. De macis.
· 20 grs. De noz-moscada.
· 15 grs. De canela.
· 20 grs. De cravo.
· 10 grs. De pimentão vermelho (sem sementes).
· 10 grs. De pimenta branca.
· 10 grs. De alecrim.
· 10 grs. De manjericão
Estas plantas são cuidadosamente secas e moídas no processador, (bom seria o almofariz) e passadas pela peneira a fim de obter um pó muito fino. Os fragmentos que ficam na peneira serão moídos e peneirados até não restar mais nenhum. Conservam-se indefinidamente em frascos hermeticamente fechados e guardados em lugar seco.
CONDIMENTOS:
Os condimentos dividem-se em cinco categorias:
· Ácidos: - vinagre, agraço e suco de limão.
· Acres: - alho, cebolinha, cebola,cebolinha (o bulbo da cebola nova),alho poro, raiz-forte,Rabanete,chalota (que pode ser substituída por cebolinha).
· Açucarados ou Edulcorantes: - açúcar, mel e beterraba vermelha.
· Gordurosos: - óleo, azeite, manteiga e banha.
· Compostos: - mostardas e seus derivados,picles, pepinozinhos,cebolas,
alcaparras,sementes verdes de mastruço, tomates
verdes,pedaços de couve-flor, etc., macerados e conservados em viagre.
TEMPEROS
By Rui Ventura
As refeições os exageros e proporções a guardar:
By Rui Ventura
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Refeições parecem sempre demasiado
copiosas, pelo menos na minha modesta apreciação. Em
minha opinião, deveríamos sair da mesa sentindo que
poderíamos comer mais um pouquinho. Um único prato
quente por refeição parece-me suficiente, mesmo em se
tratando de um grande jantar.
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Dos Processos de Cozimento
By Rui Ventura
O Que e Quanto de Que Comprar...
By Rui Ventura


