Feb 10th

Administração e Conservação de Enxovais

By Rui Ventura

Acredito que, assim como eu, alguém já tenha tido necessidade de entender deste assunto, que quando mal cuidado gera, como muitos outros aumentos desnecessários de custos.

Vida útil de enxovais:

É a administração, (gerência) operacional dos hotéis que controla entradas e saídas de enxovais que compõem os ambientes do empreendimento.

A maioria dos fornecedores deste tipo de enxoval, orienta, os hotéis quanto à boa conduta para um melhor aproveitamento e maior duração das peças. Profissionais como camareiras e lavandeiras precisam conhecer o sistema de gerenciamento desta operação, pois a colaboração delas ajuda muito no manejo final.

As trocas são realizadas de acordo com as necessidades dos hotéis, que estão atreladas à rotatividade de cada unidade.

Cuidados
A boa conservação depende de alguns fatores essenciais como conhecimento do tecido trabalhado.

v  O tipo linho, por exemplo, suporta 200 lavagens,
v  O algodão 250,
v  O misto chega a 350 higienizações.

Sabendo até quanto estes produtos resistem, pode-se mensurar sua vida útil. Por isso é importante ter em mente a conduta do hotel, em relação a esta movimentação.

O processo de limpeza:

v  começa no manuseio correto,
v  higienização,
v  Secagem,
v  Passar e posterior descanso do tecido,

um fator importante de ser observado. Depois de realizadas as três etapas, lavagem, secagem e passadoria, é preciso que a roupa descanse entre 24 e 48 horas para recomposição da fibra.

Para um melhor custo/ benefício, as redes hoteleiras devem manter um estoque adequado às suas exigências.

Dicas de especialistas
A Döhler, especializada em enxovais para hotéis, produz desde o fio até o produto acabado e oferece suporte adequado para sua utilização. Eles dispõem de técnico químico que acompanha de perto o cliente.

Alguns estabelecimento hoteleiros preferem também a parceria com empresas especializadas, terceirizando o serviço. Para quem gosta de cuidar de seu patrimônio, precisa levar em conta a qualidade da água assim como o tipo de detergente ou produto que usa para lavagem, isto normalmente as fábricas teem os técnicos químicos que apresentam as recomendações.

A Teka desenvolve produtos para enxovais de linha profissional.

Para maior durabilidade, os itens para hotéis são fabricados com as seguintes características:

v  As peças recebem corantes específicos que resistem a diversas lavagens e ao uso de detergentes mais agressivos ou produtos clorados.
v  Os artigos brancos são tratados com alvejantes ópticos selecionados, visando a suportar  estas condições de lavagem.
v  As toalhas de banho apresentam ligamento crepe, que se caracteriza por felpas mais presas à estrutura do tecido, reduzindo a probabilidade de fios puxados.
v  Estas toalhas também usam em sua estrutura base fios compostos de fibras de algodão e poliéster que garante maior resistência e reduz o encolhimento.

A Teka dá algumas dicas de como manter o enxoval em boa conservação para uso a longo prazo:

v  Armazenar as peças sempre em lugares limpos, secos e bem ventilados. Isto inibe a formação de fungos e mau cheiro.
v  Na lavanderia, separar as peças por:
v  Tipo de fibra (peças 100% algodão devem ser lavadas separadas das peças com mistura de algodão e poliéster)
v  Tipo de artigo (lavar toalhas de banho separadas de roupões e de roupas de cama, por exemplo)
v  Cor (lavar as peças brancas separadas das cores claras e principalmente das escuras)
v  Grau de sujidade (roupas mais sujas tendem a sujar peças mais limpas)
v  Para evitar amarrotamento, não deixar as peças de molho e lavar em temperaturas mais brandas principalmente em artigos de algodão ou poliéster.
v  Problemas de manchas, amarelamento e enfraquecimento são reduzidos quase que totalmente com um processo de lavagem bem balanceado.
Feb 8th

Arrumação: a Qualidade que não é Reconhecida.

By Mario Cezar Nogales
Hoteleiros já estão tão acostumados a que suas Unidades Habitacionais (UH’s) estejam impecáveis que a qualidade e a quantidade de serviços ali colocada passe despercebida.

Quando um hospede entra na UH, muitas vezes deixa de reparar nos detalhes (se for homem) da arrumação ali feita e o trabalho profissional ali realizado. Veja:

• Cama Envelopada e/ou Abertura de Cama
• Travesseiros enchidinhos
• Chocolate de boa noite
• Telefone higienizado
• Televisor no canal de informações
• Radio/Relógio com a hora certa
• Lâmpadas todas funcionando
• Controle remoto em perfeitas condições
• Quadros em posicionamento correto
• Copos sem manchas ou gotas
• Lustres e cabeceiras isentos de pó
• Enxoval Extra limpo e perfumado
• Amenities arrumadinhos
• Pia e banheira secos
• Box sem manchas
• Toalhas limpas, secas e perfumadas
• Detalhes florais
• Papel higiênico dobrado
• Crivo e vaso sanitário higienizado,
• Etc. etc. etc.

Ufa, já perceberam que trabalhão? Só que a maioria não sabe ou não se atém que tudo isto deve ser realizado com o tempo médio de 20 minutos por UH, assim uma camareira produzirá em 7 horas ativas de trabalho a quantidade de 21 uh’s dia (aqui não estamos considerando uma UH média de 25m2).

E como cobrar qualidade, pontualidade, eficiência, eficácia, prestatividade e tudo mais que o serviço exige, de uma pessoa que literalmente se “vira nos 30” 6 dias por semana e com o salário abaixo do salário da recepção?

Alguns administradores hoteleiros ainda trabalham em sentido “aquartelado” e por incrível que pareça, seu turn-over não é alto onde os fatores disto estão aplicados a escolaridade, acomodação, perspectivas que este tipo de colaborador tem.

Agora vamos nos ater a resultados e do porque alguns hotéis têm maior ocupação que outros que é um simples motivo: TREINAMENTO E RECONHECIMENTO.

Não só por parte dos colegas do Hotel/Pousada, mas também por parte do HOSPEDES e como se consegue isto? Fácil:

• Treinar, re-treinar, e re-treinar (sou fã de Peter Drucker), não há motivo que mais impulsione um colaborador que treinar fundamentos (assim são os times vencedores).

• Veja a simplicidade da questão: para quem estes colaboradores trabalham (e não é para o hotel)

• Jogo de qualidade: Existem varias maneiras de checar a UH e uma delas é com premiação imediata e constante “seja criativo” (minhas colaboradoras viviam me chamando para supervisionar suas uh’s).

• Pesquisa e Desenvolvimento: Nunca deixe de usar os melhores e mais tecnológicos equipamentos, (o trapinho de torcer é do século 19).

• Comunicação: como a camareira não está no check-in o hospede não há conhece, e porque não deixá-lo que há conheça? (bilhetinhos, fotos, murais fazem toda a diferença).

• Celebrações: lembre-se de que são pessoas e todas elas gostam de elogios, cumprimentos, saudações em reuniões, os devidos parabéns (pessoalmente) pelo esforço, aniversário, idéias são muito bem vindos.

E isto é só um pedacinho do que pode ser feito, dessa maneira a sua recepção nunca vai reclamar que não tem UH’s prontas para seu check-in!

Por: Mario Cezar Nogales
(repordução autorizada com os devidos créditos)

veja mais em: http://profissaohotel.blogspot.com/
Feb 3rd

Ai! Minhas Reservas

By Mario Cezar Nogales
Um ponto nevralgico da hotelaria sempre é o departamento de reservas, também pudera, o indice "turn-over" deste setor é bastante alto, e por que? (sempre me perguntam).

A resposta é bastante simples:

Em grande parte dos hoteis de cada 10 ligações apenas 3 se concretizam em reservas, um número bastante baixo não é mesmo.

Motivos

Colaborador desmotivado: como ele trabalha em vendas e muitas vezes deve ajudar na recepção (se é que não é a propria recepção que o faz), e a cobrança em cima do camarada é enorme (pior em muitos casos nunca foi treinado)

Tempo de ligação curta: o tempo médio nestes casos é de 40 segundos (pasmem), isso mesmo.

Não sabe atender: Como não foi treinado pensa que está fazendo um favor ao cliente (e quando é a recepção: quer se livrar logo!)

Mecanização: as maquininhas com disque 1 para...., disque o raio que o parta, o cliente não quer perder tempo.

Como melhorar:

Analisem o seguinte fato: Call Centers de vendas tem em media um atendimento de 6 minutos por ligação para concretizar uma venda, pois se trata de uma venda de impacto.

Outro fato: Você não liga pro cliente é ele que liga pra você, ou seja 50% da venda já esta concretizada, falta só empurrar!

Portanto:
Seu reservas já se hospedou em seu hotel?
Sabe toda a composição do café da manhã?
Sabe todos os equipamentos e serviços a disposição?
Reconhece as necessidades dos clientes?

Como transformar as 10 ligações em 9 concretizações?

Não é facil mas também não é muito complicado, basta com que o reservas tenha a real vontade de vender e lotar a casa (treinamentos em vendas não faz mal a ninguém), e porque não, ser premiado quando o faz, afinal de contas, uma ligação com a perguntinha que todo mundo faz: Quanto Custa a Diaria, a resposta é curta e grossa: R$ 100,00, pronto acabou a historia e o cliente foi pro concorrente, (gente o preço dos hoteis está no site!)

Lembre-se antes de colocar outro colaborador no lugar, veja se você como administrador, dono, etc, etc, está fazendo a sua parte pois afinal de contas: HOTELARIA SE FAZ COM PESSOAS E NÃO COM EQUIPAMENTOS!
Jan 29th

Por que o seu hotel deve combinar Redes Sociais com o E-mail Marketing?

By Leonardo Secundo

Por que deve o seu deve combinar Redes Sociais com o E-mail Marketing? 

O uso do email em conjunto com as redes sociais será um dos maiores desafios para o marketing direto. Durante os próximos cinco anos, as pessoas irão preencher parte de todo seu tempo vago navehando e se entretendo nestes ambientes. Para posicionar bem a sua marca nestes canais não vamos esperar os 5 anos, certo?  O  desafio está aqui agora! Os hotéis podem melhorar o alcance e o envolvimento de suas mensagens através da combinação de e-mail com os meios de comunicação social. Se seu colega de trabalho disser que isso tudo é uma bobagem e modismo, mostre este post para ele!


• Você pode ouvir seu público-alvo, entender seu pefil, preferências e hábitos de consumo e desenvolver a sua campanha

Pode soar esquisito, mas antes de falar, devemos ouvir quando começamos a participar destes ambientes com o intuito de gerar “negócios” e conquistar clientes. O que as pessoas estão dizendo sobre o seu hotel, sua competição, sua cidade, ou viagens em geral? Isso pode afetar o tipo de mensagem que deseja enviar. 

Por exemplo, você pode investigar o que as pessoas estão falando sobre uma oferta da sua concorrência, como um pacote com 1 dia a mais grátis ou algo que ofereça super descontos. Visto isso é hora de preparar o “ataque” e bater sua concorrência com uma oferta ainda mais atrativa, quem sabe?.

• Os resultados de busca no Google, a partir de agora conta com o conteúdo gerado nas redes sociais, TAMBÉM.

Se você ainda não sabia, é bom saber que o Google recentemente passou a constar em seus resultados de pesquisa, páginas que irão aumentar a sua visibilidade online e atrair mais tráfego para seu o site. O Google também adicionou um recurso de pesquisa real-time que também monitoram suas “twittadas”. Ou seja, se até então era crucial a gestão da imagem de sua marca nesses meios isso agora é mais do que obrigação! Estes ambientes geram tráfego qualificado para o seu website, ou seja, pessoas que de fato estão pesquisando por hotéis e buscando opiniões para converter em RESERVAS!

Quem se interessar mais sobre este assunto pode ler informações mais detalhadas aqui: http://www.mestreseo.com.br/google/google-social-search eu recomendo!

• Redes Sociais geram marketing viral e podem reforçar sua mensagem 

Meios de comunicação social possuem naturalmente uma forte tendência a viralizar informações e pode ajudar na eficácia da comunicação de sua campanha de marketing. Por isso é importante conquistar seus fãs no Facebook e seguidores no Twitter. Encoraje os seus fãs e seguidores a enviar mensagens para em suas redes sociais e gerar conteúdo que agrege valor a sua marca. Poste informações, curiosidades, fotos, vídeos, fale com eles de maneira suavemente informal, mostre que há “vida” ali e conquiste sua confiança.

Uma mensagem que é visto por diversas vezes  é facilmente aceita pelo seu público alvo. Você pode promover sua oferta através de meios sociais, mas deve ser uma versão mais suave do que a campanha de e-mail, pois nestes ambientes propagandas muito agressivas no sentido de múltiplas repetições não são bem aceitas. Você também pode usar estes canais para mandar 'teasers' de propostas futuras, isso sim é o “pulo do gato”!  As redes sociais devem ser usadas para criar a consciência, e os e-mail para solidificar uma mensagem ou incentivar uma chamada à ação. Ou seja, como falei no primeiro capitulo: email Marketing é apenas ferramenta complementar! 

Próximo post – capitulo III – Redes Sociais permitem comunicação bidirecional e são os meios com maior taxa de conversão da web quando bem utilizados!.
Jan 28th

Yield Management - Ações que maximizam a receita do seu Hotel

By Soraya Castro

Revenue Management e Yield Management, qual a diferença?

Muitas pessoas dizem que é a mesma coisa, mas o RM é uma cultura implantada na empresa, em seu corpo gerencial e também em todo o quadro de colaboradores.   É um comprometimento assumido por todos.   

Ao contratar um novo funcionário, a empresa que tem RM como cultura passa mensagens claras sobre isso na integração e nos treinamentos por que isso faz parte da sua engrenagem e não funciona bem sem ela.   O RM não é apenas um processo de maximização sob responsabilidade única do gerente de Revenue.  Todos são responsáveis por maximizar os lucros de seus departamentos.  Portanto, todos devem ser envolvidos em RM e em seus conceitos.   

Nossos serviços (quartos, salões, restaurantes,etc...) não podem ser estocados e precisam ser vendidos hoje, sem sobra, então é vital o treinamento nos pontos de vendas de um hotel. 

Não podemos nos contentar com funcionários 'order takers' que só estão aptos a anotarem pedidos roboticamente.  Eles precisam ser treinados como 'vendedores'.   Precisam estar aptos a oferecer os beneficios daquele produto, negociar preço, fazer upselling, oferecer algo a mais e sempre maximizar a venda.   A chave do sucesso nesse ítem é treinamento.   Treinar, treinar e continuar treinando.  Nunca parar de treinar.   É preciso dividir o conhecimento porque isso traz autonomia, poder de dicisão e 'empowerment' ao treinado.   Traz lucro para a empresa, pois maximiza a receita.   Lembre-se que FUNCIONÁRIO TREINADO EDUCA O CLIENTE.
A autonomia dada a equipe deverá ser monitorada diariamente com feedback por parte dos supervisores e chefes, mostrando os erros e como deveria ter sido feito.
Esse treinamento não diz respeito apenas a deptos como Reservas e Front Office (esses são vitais), mas deve ser estendido a outros como Room Service, Eventos, Restaurantes , Bares, Spa's, Boutique própria do hotel e etc...

Sem dúvida, devemos levar em consideração que a maximização de receita está ligada diretamente a qualidade dos serviços.   Não se consegue maximizar a receita se o produto ou serviço prestado não tiver a qualidade esperada.

Falando agora sobre yield management, podemos dizer que  são as estratégias usadas em RM para obter os resultados desejados (é diferente do conceito de RM).

O bom e velho conceito de RM seria:
" Vender o serviço certo, no tempo certo, para o cliente certo ao preço certo".

Mas, podemos dar um toque mais prático a esse conceito, modificando um pouco a frase acima para:
" Dar ao cliente o serviço certo, no período que o cliente deseja e por um preço que ele está disposto a pagar".   Gosto mais desse!

Falaremos mais sobre ações de RM em um próximo blog.

Jan 24th

Check In Beirando a Perfeição

By Mario Cezar Nogales
Nós hoteleiros estamos cansados de saber que o perfeito check-in é 90% da satisfação do cliente pois, além de deixar o hospede tranquilo, ele vai saber que poderá contar com o hotel.

E quais são as atribuições de um perfeito check-in? seja ele com reserva ou não?

Passos:

1) Entender qual o tipo de hospedagem que o cliente procura, se está a passeio ou a negocios, se quer com vista ou independe dela, se prefere alto ou baixo, fumante ou não.

2) Deixar bem esclarecido a forma de pagamento: faturado, pagamento direto ou misto, quais os valores a serem pagos.

3) Não usar de jargões hoteleiros, nós sabemos e conhecemos o cliente não.

4) Esclarecer todos os serviços disponíveis e os horários disponiveis.

5) Se tem ou quer algum atendimento especial como jornais, revistas, café no quarto, etc.

6) Apresentar devidamente a UH, demosntrando todos os equipamentos e serviços.

Logicamente, isto pode ser explorado ainda mais quando o hotel faz questão de dar um UAU!

A Técnica UAU! é exatamente isto, deixar o hospede estupefacto, apesar de a grande maioria não acreditar nesta técnica, ela propricia, na chegada do hospede, um prazer a mais e logicamente mais exigencias, portanto muito cuidado ao utilizar-se de UAU! seu cliente pode quere mais

E quais são estas técnicas?

Todos os funcionários sorrindo, não gargalhadas, mas com um sorriso estampado no rosto como sentindo um real prazer de estar trabalhando no hotel.

Agua, café, sucos, petiscos, toalhas geladas a disposição do hospede na recepção fazem parte.

Disponibilizar equipamentos como cafeteira, aquecedores, humidificadores de roupas (pra desamassar as roupas da mala), desfazer as malas, fazer as malas são outras.

Dias da semana especificos para Happy Hour com o Staff

Enfim, com muita criatividade e um budget baixo o UAU! encanta até os mais marrudos dos clientes.

Abraços

Mario Cezar
Jan 23rd

Redes Sociais vs Email

By Leonardo Secundo

Há alguns dias atrás estava pensando sobre o ainda uso do email. Incrível como até poucos anos atrás, em 2005, 2006 até agora em 2010 a troca de emails com aquelas piadinhas, correntes, historias, orações, etc... etc era constante, e o pior(ou melhor?) de tudo, é que o volume ainda é grande! Digo isto com certo tom de espanto porque pensei que, com o crescimento das redes sociais, o comportamento das pessoas na web mudaria. Imaginei que iriam gastar mais tempo interagindo com o conteúdo destes novos canais como blogs e portais e deixando esse “besteirol de emails” (pelo menos pra mim) e desviariam inclusive a atenção aos Emails Marketing tão utilizados pelos hoteis em suas ações.

Aliás, atenção hoteleiros de plantão! Ja passou da hora de avisar pro seu profissional de marketing que EMAIL MARKETING não é solução pra tudo, e que hoje em dia ele deve ser usado como complemento de ação APENAS. Ressalto isto porque ainda tem muita gente que ao menor sinal de baixa ocupação ou ao querer divulgar qualquer tipo de evento, vai logo ao setor de marketing pedindo um "Email Marketingzinho".

Confesso que aqui em casa, todos são bem fanáticos por internet. Sempre pego minha mãe como cobaia nos exemplos que comento no dia-a-dia, acho que ela é o benchmark ideal do atual brasileiro que recentemente conquistou e entendeu a web e por consequencia é viciado em Orkut, facebook e twitter, mas não larga os “emailszinhos” de lado. Isto até então me incomoadava, por isso resolvi escrever um pouco sobre este tema. A resposta para essa questão vou tentar dividr em alguns capítulos, abordando também o fato de que é possível unir ambos em prol do marketing, que é claro, como profissional da área, não poderia deixar de dar um foco neste tom, pois encontrei algumas conclusões interessantes... . J

Desde que a mídia social entrou em cena há especulações de que seria a morte do e-mail. Alguns afirmam que o e-mail está em declínio, e é a velha maneira de se comunicar. Isso não é exatamente o caso. O e-mail não é ameaçado pelos novos meios de comunicação social, de fato, é a base de todas as contas, ele comanda a atividade social da web, e pode funcionar em sincronia com as novas tendências 2.0 para aumentar o alcance da mensagem  e seu engajamento com o publico alvo. 


Houve muitos estudos de investigação que visa descobrir qual é a atividade online mais popular, e-mail ou resdes sociais. Esses relatórios têm tido resultados conflitantes.  Recentemente a Nielsen Company Research divulgou um relatório, mais precisamente em março de 2009, que revelou que as redes sociais já estão na  4ª colocação como atividade online mais popular – bem à frente do e-mail e como eu suspeitava!

No entanto, outros relatórios revelam o contrário, como um relatório de setembro 2009 da Pew Research que revelou que em média durante um dia, 58% dos usuários de internet passam mais tempo se dedicando a leitura ou envio de emails, ao contrário dos 27% que usam redes sociais sites. 

Portanto, minha indagação é: será que o uso dessas novas redes sociais e diminuir o envio desses e-mails? 

A Nielsen especulou que seria, e elaborou um estudo de investigação para comprovar sua hipótese. No entanto, os resultados deste experimento, lançado em setembro de 2009, revelou que o freqüente acesso as redes sociais faz de fato, que as pessoas estão gastando mais tempo e dando mais relevância ao conteúdo gerado nestes ambientes, SIM! Mas que para minha supresa este processo fe com que elas utilizem ainda mais suas caixas de entrada trocando mensagens, enviando links, copiando e colando artigos, e recebendo mais emails etc..etc..etc..

Abaixo, segue um gráfico publicado pela Nielsen Company que demonstrams quantos minutos estes internautas gastam no “consumo” de emails por ano.

 http://uploaddeimagens.com.br/imagem/index/graf.jpg

Este gráfico revela que a mídia social não diminui o uso de e-mail. O E-mail é na verdade um drive na atividade da web social e é “moeda” de todas as contas das redes sociais. A maioria das pessoas que usam sites de mídia social tem suas configurações de forma a que eles serão notificados por e-mail quando houver atividade em seus sites de mídia social por exemplo. As pessoas que participam das redes sociais também podem fazer novas conexões, e uma vez que o contato inicial é feito, eles movem-se frequentemente a sua comunicação ao e-mail! Eureka!

Próximo Capitulo: Por que deve seu Hotel deve combinar nas ações de marketing as redes sociais tendo como aliado o E-mail Marketing?
 


Jan 21st

Qualidade, como alcançar!

By Mario Cezar Nogales

Como consultor hoteleiro, apresento esta exclamação aos meus clientes, e porque exclamação? Ora, afinal de contas, já estamos a 20 anos falando, estudando e orientando nos e os colaboradores de que qualidade é: Ótimos Serviços, Produtos de Marca, Produtos com Histórico, Ser Ecológico.

E tudo isto pra que? Porque ninguém entendeu o que é afinal QUALIDADE, pois todos os atributos que damos a qualidade são meros atributos e não explica o que é a qualidade.

 

Meu pai, quando eu era garoto, me “enchia o saco” para que eu lesse o dicionário, até que um dia, quando adolescente em um ímpeto de revolta costumeiro perguntei: Porque ler o dicionário se não vou usar no meu trabalho.

 

Ledo engano me respondeu: “se você não conhece o significado da palavra, os que a conhecem te dominam”

Enfim, ensinamentos paternos que sempre guardamos, então vãos ver o que os dicionários dizem sobre qualidade:

 

Qualidade

s.f. Maneira de ser, boa ou má, de uma coisa: a qualidade de um tecido, de um solo. / Superioridade, excelência em qualquer coisa: preferir a qualidade à quantidade. / Aptidão, disposição favorável: este menino tem qualidades. / Condição social, civil, jurídica etc.: qualidade de cidadão, de administrador, de legatário. (Sin.: atributo, modalidade, propriedade, virtude.) // Homem de qualidade, homem de origem nobre. // Voto de qualidade, voto de desempate atribuído ao presidente de uma assembléia. // &151; loc. prep. Na qualidade de, a título de, no desempenho de (cargo ou função).

Ou seja, segundo o dicionário é amaneira de ser? Boa ou má? Quando Deus colocou as serpentes no mundo deu a elas propriedades más?

Porque hospedes que se hospedam em hotéis de marca e de luxo ainda assim, uma parcela deles diz que o tal hotel é ruim?

Simples: porque ninguém entendeu o que é o Raio da Qualidade!

 

Então vamos lá, sem mais delongas (meus clientes ficam aflitos), afinal de contas o que é qualidade? Como entendê-la? Como praticá-la?

Minha resposta é mais simples do que parece: Qualidade é: um produto, serviço ou ente (ser) que atenda as expectativas, exigências e necessidades do ser humano.

Simples e complexo ao mesmo tempo não é, portanto, da próxima vez que você quiser dar qualidade aos seus hospedes pergunte a ele o que ele precisa!

Dec 3rd

Hotéis invadem redes sociais

By Rossana Spena
Hoje estive conversando com uma pessoa muito interessante e que demonstrou muito conhecimento e paixão pelo seu trabalho. Rapaz jovem, típico da Geração Y, totalmente conectado. Ao falar de suas atribuições, seus olhos brilhavam e a empolgação tornava-se visível, até mesmo para quem não quisesse reparar. Quando falo conectado, refiro-me ao fato de ser esse profissional o responsável por todo o movimento, programação, estudo de estatísticas, encaminhamento de sugestões, solicitações e reclamações de clientes do site da rede de Hotéis para a qual trabalha. Mas não para por aí. Ligado na tela, mantem acesa a imagem de seus hotéis e da empresa pela qual se diz apaixonado nas principais redes sociais online.
Facebook ,Twitter e outras agora também são suas ferramentas de trabalho.
Os hotéis começam a invadir essas redes. O que já acontece no exterior com naturalidade, hoje começa a tornar-se relevante para os negócios da hotelaria no Brasil. Negócios, consultas, elogios, fotos, vídeos, tudo com a espontaneidade de uma rede social.

Como um cliente deve  sentir-se quando, após "twittar" que está gostando de um evento dentro de um hotel ou de um prato delicioso no restaurante, imediatamente receber um agradecimento do hotel por seu comentário?  

Está mais do que na hora! Pensando nessa necessidade, e nos meus amigos hoteleiros, criei a primeira rede social só para nós, e, se você está lendo esse artigo, é porque faz parte dela.

Nov 24th

Adequação de produtos têxteis

By Luiz Alcaráz
No dia - a - dia dos restaurantes e salões de eventos dos hoteis, verificamos que muitos ficam insatisfeitos com a baixa qualidade dos produtos de linha de mesa utilizados, e muitas vezes reclamam dos seus fabricantes, ou dos prestadores de serviço, ou seja, das lavanderias.
Nesses anos de experiência no ramo têxtil, verifico ainda uma grande parcela de Empresas do setor que desconhece a importância de se fazer um processo correto de adequação têxtil.
Vamos entender adequação têxtil.
A partir de um levantamento de informações, entre elas:
-Qual é o nível de sujidade enfrentado(baixo, médio ou alto);
-Qual o processo de lavagem utilizado (na maioria das vezes industrial);
-Qual o local da utilização(restaurante - salões);
-Como é este ambiente( decoração, cores, localização);
Outros, que variam caso a caso.
Com as informações levantadas, o próximo passo é atender essas expectativas do nosso cliente, e na prática que ele fique satisfeito não só com o produto quando ele está novo, e sim com a tranquilidade de ter feito um bom negócio com o passar do tempo.
A sugestão do tecido é fundamental.
Residual de encolhimento: lembrem-se que, a lavagem e principalmente a secagem industrial podem gerar altos índices de encolhimento nos produtos, se mal escolhidos.
Muitos utilizam tecidos que foram desenvolvidos pela indústria têxtil para uniformes, roupas de moda, decoração, etc, que quando foram concebidos não há a preocupação da conservação em lavanderias.
Remoção de manchas: azeite, vinho, baton, molhos são alguns agentes que estão dia-a-dia tirando o sono de muitas lavanderias, mas será que elas tem culpa quando não conseguem tirar? Da mesma forma que no caso anterior, não há uma preocupação da indútria textil para facilitar a remoção, pois não foram produzidos para isso.
Durabilidade(tempo/cor): se os tecidos são expostos em um ambiente agressivo e não dimensionado, não irão atingir a performance desejada, pela saturação do tecido ou da cor.
Pelos aspectos levantados, o processo de adequação gerará uma sugestão:
Pelo nível tecnológico atingido pela Têxtil Paissandú Ltda., a recomendação será na linha de produtos de nossa fabricação(seja na tecelagem e na confecção dos produtos, onde não utilizamos terceirização de mão de obra nem tecidos� de terceiros, como é muito comum acontecer) que tem uma grande retenção de cores, isto é, não perdem cor, um residual de encolhimento muito próximo de zero, um toque muito agradável aos gostos mais exigentes e uma durabilidade garantida de até seis anos.
Além de padrões de confecção adequados como podem ser vistos nos acabamentos de bainhas, na correta utilização do tipo de linha de costura para fechamentos, gerando� resistência às secagens e também evitando encolhimentos, franzimentos e tração no tecido.
Esses produtos estão disponíveis em diversas cores e larguras, para atender todas as necessidades de utilização do segmento mesa: guardanapos, toalhas, cobre-manchas, jogos americanos, caminhos de mesa, forros de bandeja, capas vest para eventos, entre outros.
É claro que possam surgir outros aspectos de relevância,mas espero ter colaborado com esse assunto.