Dec 13th

A Milanesa

By Rui Ventura
Quem não gosta, ou não conhece a boa e velha milanesa, afinal ela acaba sendo o último processo a usar, já que é melhor não mexer mais rsrsrs mas e de onde veio na verdade todos querem ser os autores dessa delícia, vejamos:
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Um bom naco de carne empanada é capaz de contar, infidáveis Histórias? Italianos e austríacos garantem ao menos duas versões para o prato, ambas bravamente defendidas por seus criadores. Não há consenso sobre quem teve a ideia primeiro. Considerando a proximidade geográfica desses países e o fato da Áustria ter dominado a região norte da Itália até meados do século XIX, pode-se prever que a briga é boa. Originalmente, as duas receitas são preparadas com a carne de vitelo, que é o bovino jovem, e apresentam uma irresistível casquinha crocante. Mas há também diferenças importantes entre elas.

Na Itália, chama-se cotoletta alla milanese (ou costeleta à milanesa) e, como denuncia o nome, é típica da cidade de Milão, no norte da Bota. “Lá, o prato é feito com a costela do vitelo, servida com o osso”, explica o chef italiano Giancarlo Bolla. Ele conta que as fibras próximas ao osso são muito saborosas, boas para esse tipo de elaboração. A composição da casquinha que reveste a carne não é segredo para o chef: uma camada fina de farinha de trigo, outra de ovo batido e, por último, uma capa de miolo de pão amanhecido picado miudinho, na ponta da faca. "Tradicionalmente, a cotoletta não é feita em fritura de imersão. Por isso, uso apenas três partes de manteiga para uma de óleo na frigideira", diz Bolla.

Na Áustria, o clássico empanado responde por wiener schnitzel (ou escalope vienense), um corte da parte traseira do vitelo, sem o osso. “É um item obrigatório no cardápio dos restaurantes austríacos e é também comida corriqueira nas cozinhas caseiras de lá”, diz o chef Markus Wolf. O chef revela outro detalhe: a carne é passada na farinha antes do ovo, ao contrário do preparo milanês. Na hora de fritar, apenas um centímetro de óleo para dourar as duas faces e um pouco de manteiga na finalização.

O restaurante do chef Wolf serve comida típica da Áustria, mas ele reclama da dificuldade de encontrar determinados ingredientes. A carne de vitela é um deles. “Na falta, acabo substituindo por filé mignon de porco, que é mais barato e familiar ao paladar do brasileiro”, confessa o chef.

O nosso "jeitinho" à milanesa

Influenciada pelos costumes italianos, a cozinha brasileira incorporou com facilidade o termo à milanesa no cardápio. E, como o vitelo nunca desfrutou de popularidade por aqui, tratamos logo de simplificar a receita usando cortes de carne menos nobres – mas nem por isso desprovidos de sabor. Para a fúria dos italianos, demos o nosso "jeitinho".

É comum, portanto, encontrar bifes de patinho e coxão mole na versão empanada e frita. Se não estiverem tão macios, umas batidinhas de leve ajudam a quebrar e amolecer as fibras. Quem pode mais vai de filé mignon. Nossos vizinhos argentinos também deram personalidade própria ao prato, levando o bife de chouriço (contrafilé) à frigideira.

A todos esses cabe a pergunta: qual é o feitiço por detrás da casquinha seca e crocante? Não, ela não está ali à toa. Quando é colocada em alta temperatura, a massa de ovos e farinha de rosca que envolve a carne acaba absorvendo a gordura. Ela cria uma espécie de camada protetora para o filé”, explica o chef Amilcar de Azevedo. Segundo ele, isso ajuda a manter a umidade da carne e, consequentemente, sua maciez.

E Haja Histórias.... Mas não há dúvida é Bom rsrsrs

Oct 9th

Dos Vinhos

By Rui Ventura
Agui+Logo+Pequena.jpgO Vinho é a bebida resultante da fermentação alcoólica, total ou parcial, de uvas frescas ou de seu mosto ou sumo (suco), produzidos segundo processos tecnológicos apropriados.
Esta é uma definição genética que tem também caráter legal, pois a designação “vinho”não pode verdadeiramente ser aplicada senão à bebida proveniente do fruto da vinha.
Estreitamente ligadas aos vinhos, pela sua origem, estão as aguardentes, bebidas de mais elevada graduação alcoólica resultantes da destilação dos vinhos ou dos bagaços da uva.
Um site sobre hotelaria restauração e afins, pertencente a alguém nascido em Portugal o vinho não pode deixar de merecer uma atenção muito especial, dada a tradição do País na produção de vinhos de qualidade e a importância que o mesmo representa como bebida para acompanhar as refeições, e, também , para a confecção de muitos pratos e molhos.
Os assuntos a tratar repartir-se-ão assim:

O vinho de cada prato;

PAUL BOCUSE
VII – Cuidados a dispensar aos vinhos antes de servir: Temperaturas apropriadas aos diferentes vinhos; Desenrolhamento das garrafas; Decantação dos vinhos velhos;

X – A organização e manutenção de uma garrafeira familiar: O local mais conveniente; A variedade dos vinhos; Como Comprar; Os vinhos que podem envelhecer; A colocação das garrafas; Os cuidados de manutenção da garrafeira.

No ícone um vinho para cada prato vamos transcrever já o que diz Paul Bocuse:

Paul Bocuse o “Pai”da culinária da atualidade o homem que simplificou a maior parte dos serviços para gastronomia diz em seu livro”O grande livro de Cozinha”sobre vinhos:

“Admito facilmente que uma refeição seja completamente regada a champanhe – é simples e delicioso.Mas encontrar os vinhos que acompanham cada prato é muito mais difícil. Mais uma vez, acho que a família não deve ter medo de inovar. Pode-se muito bem beber um vinho tinto com ostras.Não vejo nisso nenhum inconveniente. Pode-se também servir, acompanhando um prato de caça, um riesling, vinho da Alsácia de gosto notável, com marcante sabor de uva,mas é necessário prudência e, se a pessoa não estiver segura de si, deve optar pelas regras tradicionais.O essencial é a boa qualidade do vinho e para isso é preciso saber onde e de quem compra-lo. Os melhores são os vinhos que exibem o nome dos produtores. Quando o vinho tem o nome do produtor no rótulo,isso por si só já é sinônimo de qualidade.Costumo servir os vinhos a uma temperatura muito fresca, principalmente os Beaujolais. Os vinhos tintos de Borgonha são servidos a uma temperatura entre 10 e 12 graus e os bordeaux entre 15 e 16 graus . Muita gente pensa que o termo “ chambre”no vinho

 

significa coloca-lo perto do fogo ou do calor.Pelo contrário, o que se deve é coloca-lo no lugar mais fresco possível! O vinho tem sempre tempo de aquecer no copo onde é servido…”(Transcrição de Paul Bocuse).

Oct 7th

A GASTRONOMIA

By Rui Ventura

Arte de combinar os Alimentos e de os combinar de modo a que eles proporcionem o maior prazer possível. O primeiro gastrônomo nasceu com a primeira carne assada.Na realidade antes da descoberta do fogo não se pode dar o nome de gastrônomo ao homem que se alimentava apenas para subsistir e que não sabia distinguir o bom do mau.Também não podemos chamar gastrônomo àquele que veio depois dessa descoberta…Não o é quem prefere a quantidade à qualidade, e aquele que, só para provocar o espanto e a admiração de seus convidados,apresenta os mais raros e inesperados alimentos fora de sua época e a despropósito pode não merecer o nome de gastrônomo. Depois de descobir o fogo o homem tinha avançado na civilização porque ao mesmo tempo descobria que havia um sabor novo nos alimentos cozinhados,um sabor infinitamente melhor,que distingue a sua comida da comida dos animais selvagens.Foi este, sem dúvida, o primeiro raciocínio humano que lançou as bases para o conceito atual de gastronomia: alimentar, mas da melhor maneira, tirando o máximo partido daquilo que a natureza pôs à disposição do homem para que ele sobrevivesse.

Da carne assada sobre carvões passou-se à carne grelhada metida em toscos espetos colocados sobre o fogo, mas a considerável distância dele.Os grãos e cereais,que se comiam crus ou grelhados,foram sujeitos a novas preparações:moídos davam farinha, faziam-se papas e destas papas obtinham-se bolachas (foi duma papa de cevada bem espessa que fermentou, por ter sido abandonada por momentos, que nasceu o primeiro pão).

O homem tentava assim os primeiros passos,lentos e inseguros como os passos de uma criança,pelo mundo maravilhoso e de inesgotáveis recursos que é o da arte culinária. Começava também a história do Mundo e ficava para trás a Pré-História, a época sombria de ignorância e trevas.

Surgiam as civilizações: a assíria, a sumérica, a caldaica. E se à primeira não ficamos devendo mais que a memória de batalhas sangrentas e festins bárbaros e orgíacos, ficamos devendo à última os mágnificoa Jardins Suspensos da Babilônia, pequeno mas fantástico mundo onde cresciam e se multiplicavam os mais variados vegetais, frutos e legumes.Da egípcia sem dúvida das civilizações antigas uma das que atingiu maior perfeição, temos notícias de explendidos banquetes em que se respeitavam as regras básicas da gastronomia e a que as mulheres bonitas, as flores, os perfumes e a música davam um tom de destinção e de requinte.Comiam-se grelhados, estufados e assados. Frutas e guloseimas não faltavam. Os egípcios sabiam já como apresentar os pratos para os tornarem mais atraentes e de paladar mais rico: sabiam preparar iguarias que guarneciam artìsticamente e que acompanhavam com diversos molhos, e conheciam já os filetes e os falsos filetes, os cremes e as compotas.Tudo isso nos contam num desenrolar de cor e de beleza, as inúmeras pinturas e frescos que os Egípcios nos legaram.

Sob o domínio deste povo altamente civilizado vieram, durante muitos anos os Hebreus.Quando se libertaram, chefiados por Moisés, erraram pelo deserto quarenta anos sofrendo as maiores privações, sujeitos à misericórdia de Deus. Finalmente fixados na tão esperado Terra Prometida, estabeleceram os fundamentos da sua cozinha que evoluiu e que é , na origem, a cozinha judaica de Hoje: a manteiga que eles conheciam foi abolida e a utilização de certos animais para fins alimentares tornou-se absolutamente interdita. Estes preceitos foram muitas vezes transgredidos porque o luxo de alguns reinados, o do fabuloso Rei Salomão,por exemplo a isso convidava. À sumptuosidade, à riqueza e ao exagero dos bens materiais depressa sucedem os desregramentos e as orgias.E daí à decadência é um pequeníssimo, salto. Todas as épocas históricas com as mesmas características no-lo provam.

Os Gregos, Espíritos elevados, não fizeram da gastronomia uma preocupação artística. Ocupavam-se mais com a literatura, a poesia e a música, o que não os impedia de aproveitarem o bom assado ou um delicioso vinho bem aromatizado. Houve até um Grego, de nome Lincurgo, que pertendeu fazer dos espartanos só soldados: para isso era necessário endurece-los fisicamente e tirar-lhes o prazer da boa mesa. Inventou então o famoso caldo negro ou guisado negro,que ninguém sabe ao certo do que era constituído,(ainda bem)-talvez de carnes negras carbonizadas e de vinagre, tudo acompanhado com plantas aromáticas e amargas.Era a negação completa da gastronomia, mas,na verdade, os homens não podem viver sem comer bem. Por isso o reinado do caldo negro foi de curta duração e o seu criador assaltado e ferido, tendo se dado por muito feliz por escapar à fúria destruidora de seus atacantes.A tentativa de Lincurgo falhou, portanto, redondamente, e como contra-ataque a gastronomia na Grécia desenvolveu-se muitíssimo após esse episódio tragicômico. Desenvolveu-se sobretudo graças às obras de certos gastrônomos, nomeadamente Arquestrade, que escreveu A Gastronomia, livro que se perdeu e que nós só conhecemos através de outros autores seus contemporâneos.Depois da era do caldo negro de Lincurgo os alimentos cresceram em numero e em variedade.As iguarias enriquecian-se com condimentos novos. As exortações de muitos, alguns dos quais vegetarianos, não impediram que a gastronomia continuasse o seu progressivo caminho.Aliás os Gregos, impulsionadores de tantas artes, não levaram esta ao seu apogeu.Na Grécia os banquetes eram mais motivo de reunião e de entretenimento do que de prazer gastronômico.Mas este estado de coisas também não durou muito tempo.Nos séculos IV e V, na época clássica da civilização helênica, os banquetes já apresentavam características diferentes:os convivas não comião sentados e sim deitados, o que está provado ser um erro gastronômico sob todos os aspetos, e muitas vezes, depois de terem comido bem e bebido melhor, tinham de ser levados para as casas profundamente inconscientes.

Sintomas da decadência que se avizinhava e que nem mesmo as vozes isoladas de puritanos, de moralistas ou de higienistas puderam evitar, decadência que iria terminar sob o domínio dos Romanos, esse povo que foi nosso antepassado e que tantas tradições nos legou.

No principio entre os Romanos existia a fragilidade. Pobres como todo e qualquer povo incivilizado,preocupados com as suas guerras e as suas conquistas, os Romanos não tinham nem recursos nem preocupações gastronômicas.Uns e outros vieram à medida em que iam dominando povos.De cada um deles receberam tudo aquilo que até então nunca tinham conhecido, desde a cereja ao faisão. Foi dos Gregos a civilização mais avançada e perfeita com que contactaram, que receberam uma maior e mais profunda influência.

A mesa Romana ia atingir um luxo desmedido que acabaria no desregramento que tão bem conhecido ficou na história. A riqueza dos elementos que compunham uma refeição era extraordinária: todos oos povos dominados, voluntária ou involuntariamente, puseram à disposição da arte e do engenho dos Romanos todos os seus conhecimentos. Da combinação desses conhecimentos nasceu a Gastronomia mais completa até então.E assim, da frugalidade se passou ao extremo absolutamente oposto.

Os Romanos, tal como os Gregos da decadência, faziam do comer uma das razões principais de sua vida. De tal maneira que se chegou a um processo para gozar melhor esse prazer, processo que hoje nos repugna sobremaneira:para saborearem de novo a comida,para poderem voltar ao principio,os Romanos vomitavam tudo o que haviam ingerido durante uma refeição.Assim se negava mais uma vez, embora do lado oposto de Licurgo, o conseito superior da gastronomia.Mas a par destes autênticos “Monstros”de gula existia ainda em Roma, como na Grécia,quem pugnasse por uma alimentação digna e sã, que não excluía a preocupação culinária.

Os anos que se seguiram após a decadência romana foram de deselação.Os Bárbaros saltavam as fronteiras dos seus territórios e à medida que conquistavam destruíam. O brilho das civilizações antigas escureceu, até desapareceu. As artes foram esquecidas, a gastronomia atraiçoada. Para estes povos do Norte, sem a m’nima cultura, não existia o prazer de bem comer mas sim o de comer bem.

Mas esta situação não podia prolongar-se indefinidamente, sobretudo a partir do momento em que estes autênticos selvagens lançaram um primeiro olhar para os banquetes, para as salas foustosas e para os hábitos luxuosos e civilizados dos seus vencidos.E assim veio a terminar mais um período de eclipse da história da gatronomia.

Diversos historiadores apresentam-nos a cozinha de Idade Média confusa e pouco variada.No entanto é nela que, em geral, têm origem todas as cozinhas nacionais que se distinguiram depois por características éticas e geográficas, como era óbvio que acontecesse. E no aspecto da alimentação a Idade Média foi uma época infeliz, porque sofreu numerosos períodos de fome. Mas como os cozinheiros e gastrônomos não deixaram nunca de ixistir,mesmo através das maiores vicissitudes, no século seguinte a gastronomia renascia, a par de todas as artes e à imitação dos clássicos.Sem dúvida que a riqueza da baixela e o luxo do serviço contribuíram também grandemente para essa renascença.

E hoje, nos nossos dias, o que é da gastronomia?

Hoje vivesse a era do bife,do prato do dia e das refeições em pílulas. Era determinada pela urgência d viver, pelo nervosismo da hora atual, materialista e prática. Apesar desta rotina e desta monotonia a ciência gatronómica sobreviverá como já sobreviveu noutras épocas.Para a defender e Alimentar, forman-se sociedades de gastronomia.verdadeiros centros de artistas na arte de bem comer,confirmadores do aforismo de Brillat-Savarim: “ A ciência que alimenta os homens é muito superior, pelo menos, àquela que os ensina a matar.”

May 8th

HOSPITALIDADE

By Valéria Romão

Hospitalidade é praticar valores

A hospitalidade é uma forma de relação humana baseada na ação recíproca entre visitantes e anfitriões. O sucesso desse relacionamento depende de inúmeros fatores. Mas, principalmente, dos valores daqueles que estão interagindo. Ou seja, dos princípios que orientam as condutas dos envolvidos na relação.

Em um hotel de luxo, a hospitalidade é o principal cartão de visita, fator determinante para a conquista de um hóspede. Por isso, todos os profissionais responsáveis pelo sucesso da hospedagem têm a missão de cuidar daquele que se hospeda. Mas quando o hóspede é vip – pessoas com problemas de saúde, autoridades municipais, estaduais e federais, representantes de entidades, autoridades de empresas e artistas de renome –, o sucesso da hospitalidade é tarefa de uma área que vem ganhando destaque: o Guest Relation Departament.

 O guest relation é um profissional de relações públicas que atua na prestação de serviços criteriosos para públicos exigentes. É  o  link de comunicação entre o hotel e o hóspede vip. Para atender um hóspede selecionado, o guest relation precisa ter o dom da hospitalidade, possuir habilidade na comunicação oral, ser discreto, ter criatividade para descobrir valores específicos e conhecer as responsabilidades dos serviços de hotelaria.

A idéia é fazer com que esses hóspedes se sintam à vontade durante a estada, e por isso são oferecidos serviços diferenciados. O check-in e check-out  facilitados, a presença de flores, revistas e jornais também faz parte da composição dos apartamentos, assim como frutas, roupão, chinelo, livros e outros mimos. O objetivo do guest relation é realizar tudo o que for possível para satisfazer e antecipar-se às necessidades dos clientes, fazendo com que eles se sintam especialmente bem-vindos.

São serviços diferenciados que fazem toda a diferença na qualidade da hospitalidade,  são capazes de transformar o que seria “mais uma hospedagem” em uma “maravilhosa hospedagem”, que ficará para sempre na lembrança .

Apr 26th

APRENDA A MOTIVAR-SE

By Valéria Romão

Diariamente nos deparamos com situações que nos colocam à prova e em evidência perante nossos colegas de trabalho. Quem disse que o mundo corporativo é uma selva, estava coberto de razão. Uma selva aonde só os mais fortes sobrevivem.

Como enfrentar esse clima e essa batalha? Aonde encontrar a força e a motivação necessárias para seguir em frente e  buscar o reconhecimento merecido?

A luta pelo sucesso não é tarefa fácil. É preciso algo a mais do que simples competência. É preciso bom relacionamento, capacidade de lidar com o inesperado, sangue frio , paciência e  sorte também.

A sorte tem seu papel nesta guerra mas sempre acontece para quem sabe aproveitar as oportunidades que se apresentam sem aviso e também para quem não prejudica deliberadamente os outros.

Motivar-se diariamente e persistir no caminho são as partes mais árduas. Exigem um foco incrível e uma visão de futuro que poucos possuem. É como manter um casamento feliz e muitos fracassam na tentativa porque perdem o foco e desmotivam-se.

Existem bons e péssimos dias  no quesito motivação. Dias em que tudo dá errado e dias em que as coisas boas simplesmente acontecem. Saber equilibrar-se nessa gangorra é o segredo para não ficar exposto aos extremos  (alegria exagerada ou tristeza profunda) porque viver nestas duas situações acaba por gerar um desgaste grande.

Procure não se abalar por qualquer coisa. Priorize suas atividades e suas reações. Reaja de maneira menos intensa quando o assunto não for tão sério e nem de maneira banal quando a coisa for grave. Crie um equilíbrio de emoções para manter sua mente saudável e resistente aos golpes. Desta forma é mais coerente, sábio e produtivo  resolver os problemas. Permita-se um tempo para pensar ao invés de agir impulsivamente. Reflita, use sua inteligência , seja estrategista. Tudo isto vai provocar em você uma motivação até então desconhecida, que virá de decisões acertadas e pequenas vitórias diárias e vão alimentar seu ego, sua vaidade e lhe dará força para persistir.

O caminho se faz caminhando, é nele que se encontram as razões para seguir ou parar e é no peregrino que está a força ou a fraqueza interior para dar o próximo passo ou fazer a próxima curva. Portanto, você é o peregrino do caminho para seu sucesso ou seu fracasso, que estrada vai escolher?

Feb 18th

A Qualidade na Prestação de Serviços

By Valéria Romão
A Qualidade na Prestação de Serviços

Com a globalização, houve a expansão de empresas nos mercados do mundo inteiro com isso  a concorrência e a competitividade, as exigências dos  clientes aumentaram na mesma proporção exigindo que as organizações sejam flexíveis para alcançar equilíbrio no mercado e alcançar a capacidade de predizer os desejos dos clientes e do mercado, onde o cliente é a pessoa mais importante do negócio e mais, é disputado pelo mercado. 

Então o que fará com que o consumidor seja seu cliente?
A resposta é simples: a qualidade na prestação de serviço.
Isso significa que a qualidade na prestação dos serviços é um fator determinante para o sucesso ou fracasso de uma empresa.

O que vem a ser qualidade?
“Qualidade é a adequação ao uso. É a conformidade às exigências”(1).
Esta é a definição técnica estabelecida pelo ISO – INTERNATIONAL STANDARDIZATION ORGANIZATION, responsável pelas normas de Qualidade, em diversos setores, no mundo. O aspecto objetivo, mensurável da Qualidade, é o processo. É através dele que se pode implantar sistemas como o da ISO-9000, por exemplo.

Porém, quando falamos de Qualidade temos definições mais abrangentes.
“Qualidade tem a haver, com o processo pelo qual os produtos ou serviços são materializados. Se o processo for bem realizado, um bom produto final naturalmente virá. A Qualidade reside no que se faz – em tudo o que se faz – e não apenas no que se tem como conseqüência disso”(2).
Ou, em outras palavras, todos os processos de uma atividade são importantes; se os processos forem desenvolvidos com qualidade, o produto final terá qualidade.

A Qualidade está ligada a sentimentos subjetivos que refletem as necessidades  de cada um. O conceito de cliente deve ser estendido a todos numa organização que é constituída pelos os clientes externos (todos que entram em contato com a organização e que não são parte integrante da mesma) e os clientes internos (todos os funcionários e setores da organização). 

O Atendimento é fundamental. É o Atendimento que realiza a interação organização-cliente. As pessoas conhecem a organização através de suas instalações físicas e de seu contato com os funcionários dessa organização. Então “qualidade na prestação de serviço” vem a ser a “plena satisfação do cliente”. Isso significa a qualidade na prestação de serviços é essencial ao perfeito funcionamento de qualquer empresa. Se a empresa busca a qualidade em seus serviços, conseqüentemente ela está buscando a satisfação do cliente. E esse é o segredo para o sucesso, concentrar-se nas necessidades e desejos do cliente e superar as suas expectativas. 

Na busca pela qualidade é preciso desenvolver algumas ações: 
- A qualificação dos colaboradores;
- A otimização das rotinas administrativas
- O envolvimento de todos no processo de excelência da organização.

Para oferecer um serviço de qualidade devemos buscar:
- A excelência do serviço resulta da busca da qualidade e não do lucro;  
- O serviço deve ser de qualidade e com preço justo; 
- O cliente é a pessoa mais importante da empresa; 
- A empresa deve estar voltada para resultados;
-  Satisfazer o cliente e superar as suas expectativas; 
- Todos os integrantes da empresa devem se sentir responsáveis e trabalhar pela satisfação do cliente; 
- Qualificar os colaboradores;
- Uma administração participativa e atuante.


** REFERÊNCIAS: (1) ROTHERY, Brian. ISO 9000. São Paulo, Makron Books,1993.p.13. (2)LOBOS, Júlio. Qualidade através das pessoas.São Paulo, J.Lobos,1991.p.14. ***