O Lider
By Francisco Freund
Líder pesadelo,
líder terrorista, líder mala, líder bacana, líder exemplar.
Quem de nós não conhece ou já teve um líder assim?
Sabemos, no entanto, que a liderança começa em nós, a exemplo das
nossas ações, atitudes, segurança, equilíbrio emocional e
respeito.
Afinal, o que exigimos dos outros, devemos fazê-lo
primeiro!
“É impossível ser líder sem dar exemplos!”. Não é assim que as
coisas funcionam?
Para os líderes conscientes, sim. O bom líder não é arrogante,
nem ditador. Ele conhece os seus pontos fracos e sabe como lidar,
por isso ele consegue ser justo e firme, tratando com facilidade
as situações e as pessoas ao seu redor.
O líder é otimista, motivador, flexível e humilde. Ele reconhece
em cada membro de sua equipe a capacidade e o talento de cada um.
Estimula as pessoas a reconhecerem os seus dons, criatividade e o
seu potencial.
O bom líder é seguro de si, possui valores, metas e idéias
condizentes com a empresa. Ele sabe se comunicar, é companheiro,
passa confiança e entusiasmo para todos da sua equipe.
Ao contrário daqueles que fazem mau uso do poder da liderança,
eles não têm outra forma de se fazerem respeitar a não ser pela
ditadura, subestimando a capacidade de sua equipe com motivações
erradas, fazendo-os acreditarem que não são capazes.
O líder pode até ser autoritário em alguma circunstância, mas em
nenhum momento humilha ou desrespeita seus subordinados. Ele
cobra, mas respeita a equipe com quem trabalha, afinal, a
primeira pessoa de quem ele deve exigir é dele mesmo.
É fundamental um bom líder ter uma boa formação. Liderar é fazer
com que a equipe seja participativa e busque juntos alcançarem os
mesmos objetivos.
Os 10 mandamentos de um bom líder:
1) O verdadeiro líder tem capacidade de enxergar o futuro no
presente.
2) Sinceridade e autenticidade.
3) Capacidade para ir além do que é conhecido.
4) Coragem, destemor diante de desafios e dificuldades.
5) Capacidade de autodisciplinar-se.
6) Modéstia, paciência e perseverança.
7) Atenção às pequenas coisas que fazem a grande diferença.
8) Capacidade de confiar em si e nos outros.
9) Otimismo inquebrantável.
10) Estimular os membros da sua equipe, dando credibilidade e
mostrando os aspéctos positivos em cada um.
* As seis palavras mais importantes:
“Admito que o erro foi meu”
* As cinco palavras mais importantes:
“Você fez um bom trabalho”
* As quatro palavras mais importantes:
“Qual a sua opinião?”
* As três palavras mais importantes:
“Faça o favor”
* As duas palavras mais importantes:
“Muito obrigado”
* A palavra mais importante:
“Nós”
* A palavra menos importante:
“Eu"
O fundador do McDonald´s Ray Kroc disse certa vez: “Se você se
acha muito maduro ao ponto de não se sentar mais para aprender, o
seu próximo estágio será o apodrecimento”.
Quem não se senta para ouvir, não levanta para ensinar.
Todo líder é um grande mestre.
Saiba usar o que há de melhor em você
Texto de Marcia Malvazzo -
Psicoterapeuta
Crise? Depende da otica?
By Emerson FonsecaCrise? Depende da ótica ?
Na Terça-Feira, dia 13 de Outubro, lendo o globo, deparei-me com uma página inteira da firma F/NAZCA SAATCHI & SAATCHI, a qual me deixou feliz e perplexo.
A referida firma estava repetindo a mesma reportagem, publicada há um ano atrás com o título “CRISE VOCÊ PREFERE COM OU SEM AÇÚCAR”.
Na época, eles foram taxados pelos críticos de otimistas, irresponsáveis e até mesmo bobões. Um ano depois, vêm “cobrar” dos realistas, responsáveis e visionários, sua críticas passadas..
Eles que: “ não demitiram, não pararam de investir e não se amedrontaram“, cresceram !
Se
tivéssemos o mesmo olhar e confiança das firmas que estão aqui, só
para obterem lucros desmedidos ,explorarem nossos recursos e
nosso povo, e, ao
menor tremor, cortam investimentos, demitem e se acovardam,
enxergando somente seus própios umbigos.
Fiquei saudoso dos discursos comunistas e nacionalistas do Carlos Prestes , Oscar Niemeyer, dentre outros. Aonde está a razão ?
Comunismo, socialismo, parlamentarismo, capitalismo, monarquia ??? NÃO SEI.
Por isto, me senti no direito de ser um pouco egoísta para pensar por um momento no meu Brasil, no nosso povo sofrido, feliz, inocente pela não possibilidade de uma educação melhor, enfim, na nossa terra, desejando o melhor para todos nós.
Afinal “ nós nunca desistimos” não é ?
O RESTO QUE SE EXPLODA!
Sugiro que leiam a reportagem do O Globo. Ela certamente irá sensibilizar a muitos de vocês.
UM VIVA AO BRASIL!
Emerson Fonseca
Servico bem prestado nao e diferencial, e obrigacao
By Rossana Spena
A cada dia que passa, ficamos mais exigentes e menos tolerantes,
quando nossas expectativas não são atingidas. Queremos atenção
exclusiva, todas as vantagens, nenhuma falha.
A excelência em prestação de serviços vem se tornando assunto comum nas rodas de executivos e empresários, que passaram a entender que o sucesso de um negócio está na forma que seu cliente é tratado; se ele é bem atendido; se realmente suas expectativas são alcançadas, e, se não, se alguma coisa será feita para acabar com a péssima impressão.
Quem já não passou por uma decepção relacionada a atendimento? Garanto que todos nós; principalmente nós, profissionais de atendimento, que naturalmente somos mais críticos e muito menos pacientes.
O que fazer então, quando contratamos, por exemplo, uma conceituada empresa de “Serviço de entrega expressa de volumes” para ser a guardiã e portadora de valiosos documentos e a mesma os extravia, sem sequer preocupar-se em dar qualquer satisfação, comprometendo, com tamanho descaso, um ano inteiro de trabalho e garantindo a frustração de toda uma equipe dedicada e comprometida? Só com muita linguagem poética para tentar amenizar o cenário! Por muito menos, já fiquei por quatro horas seguidas conversando com um hóspede insatisfeito, que no final da conversa, já nem lembrava mais o porquê da reclamação, deixando feita e confirmada sua próxima reserva no hotel.
Assim, como lidar com a reclamação é a chave da questão. No caso acima, após nossa insistência em saber o que ocorrera com nossa primeira encomenda extraviada, percebemos que uma segunda entrega também não chegara ao destino, acabando de decepcionar irremediavelmente o resto da equipe, que, ainda crédula, pensava em formas criativas de minimizar o prejuízo.
Dessa vez, recebemos uma ligação:
“__ Senhor Diretor Fulano, estamos entrando em contato _ (não podia faltar o malfadado gerúndio) _ a fim de comunicar que estaremos ressarcindo sua empresa em R$ 34,00, valor esse cobrado pelo envio de suas encomendas extraviadas.”
Rimos, rimos muito, era o que nos restava. Partimos para a grosseria, exatamente como muitos hóspedes fazem quando estão insatisfeitos e dizem que nunca mais voltarão: ameaçamos trocar de fornecedor. Dá certo em hotelaria; talvez desse certo no negócio de “Serviço de entrega expressa de volumes.”
Recebemos a visita do Gerente Regional, para quem tivemos que descrever em detalhes tudo o que acontecera. O interessante foi ouvi-lo dizer várias vezes que não havia sido comunicado quanto ao ocorrido. Esse é o primeiro passo para uma péssima resolução de problemas: culpar a comunicação.
Depois de ouvir nosso discurso desesperado em busca de uma solução, veio o segundo passo: minimizar o problema. Dentro das estatísticas de erro do “Serviço de entrega expressa de volumes”, nosso hotel representava 0,02% de problemas, ou seja, nas entrelinhas, disse que nosso problema não era tão relevante. Na mesma hora, imaginei-me dizendo a um hóspede, furioso por não ter dormido a noite inteira devido a um vazamento em seu apartamento, que sua reclamação representava 0,02%, comparada ao número de hóspedes recebidos por ano em nosso hotel, o que nos tirava totalmente a obrigatoriedade de reverter sua insatisfação, compensando-o com a cortesia de uma diária.
Resumindo: não houve solução para o caso! O prejuízo se manteve. Continuamos a usar o “Serviço de entrega expressa de volumes” e a nossa “estatística”, talvez passe a representar 0,03%...
Processo decisorio - uma analise do filme "Brukaker"
By Rossana Spena"O filme começa com alguns presos chegando a prisão de Wakefield em um ônibus. Entre os presos, está Brubaker, o futuro diretor, que incógnito, começa a perceber irregularidades na instituição.
Os guardas, que são detentos eleitos por um critério interno, têm poder suficiente para reprimir outros presos, a ponto de espancá-los e até matá-los. Um sistema de choque elétrico é utilizado como reprimenda por estes guardas caso algo não saia como eles determinam. Um dos presos é constantemente estuprado e, quando reage, é brutalmente punido. A demonstração de poder é feita da forma mais covarde e cruel. Em uma das cenas, um dos detentos é espancado e deixado pendurado nas grades do dormitório, com o simples propósito de impor um poder corrupto e doente.
Um alto grau de corrupção traz benefícios a todos, desde o guarda que comercializa a comida da prisão, até o alto escalão do governo. Tal corrupção impulsiona o sistema ao caos. Mão de obra escrava, assassinatos, comprovam que algo está indo de mau a pior .
Em dado momento, um conflito sério na solitária leva o , até então, disfarçado diretor, a uma encruzilhada. Para salvar a vida de um prisioneiro, decide revelar sua identidade e assumir seu lugar na direção da prisão, desencadeando as mudanças. A partir desse momento, sua trajetória dentro de Wakefield, torna-se repleta de desafios e oportunidades. A todo momento, Brubaker toma decisões que causam surpresa a alguns e desconforto a outros, principalmente àqueles que temiam perder o poder.
A instituição apresenta uma estrutura de poder , que ao contrário do que geralmente acontece em grandes organizações, centraliza-se nos guardas, que estão aptos a influenciar e controlar comportamentos alheios. Motivados pelos seus próprios interesses, tais guardas começam a sentir-se ameaçados pelo diretor e unem-se para tirar de Brubaker o controle das decisões.
Richard Cyert e James March reforçam uma idéia que fica latente no filme: a coalizão de poder, que vem dominando a organização. Uma característica disso é o poder que o guarda que controla recursos alimentícios e logísticos da prisão, exerce sobre os demais. Ele rouba a comida, negocia, controla e até possui, dentro da propriedade, com a ciência de todos, uma casa montada, com televisão e geladeira cheia. Brubaker enfrenta seus conflitos com mão de ferro, mas suas tomadas de decisão são baseadas em negociações com os presos, para evitar conflitos e conseguir chegar às decisões.
Quando analisamos a estrutura organizacional da instituição, deparamos com muitas características de uma administração científica, onde o ser humano precisa ser controlado, coagido, dirigido e punido para realizar trabalhos. A liderança é autocrática.
Brubaker começa a mudar essa estrutura para uma onde existe integração entre objetivos individuais e organizacionais. A maioria das pessoas busca naturalmente se autocorrigir, para atingir os objetivos que se propuseram alcançar. Um exemplo disso é quando o preso, talvez o mais antigo, Abraham, procura o diretor para contar como e onde matava e enterrava presos a mando da própria prisão. Obviamente, se Brubaker não tivesse levado sua administração para o caminho onde todos podiam expor suas idéias, adotando um estilo participativo, Abraham talvez não fosse ao seu gabinete revelar tamanha atrocidade.
Através de uma eleição direta, com direito a campanha política, os presos elegem um comitê de decisões. São porta–vozes de todos os outros e reunem-se, como cavalheiros de uma tavola, para levantar pontos, discutí-los e decidir. Têm o poder na mão, alcançado através de uma atividade democrática, mas pela inexperiência, sequer sabem como iniciar uma discussão. Todos os interesses dos prisioneiros estão ali, na mão daqueles que, pela política, chegaram ao poder de decidir. Como diria Paulo Roberto Motta, citando Pettigrew: “o processo decisório organizacional é antes de tudo, conjugação de interesses, acomodação de conflitos e luta de poder.”
Lentes , uma reflexão obrigatória
By Emerson Fonseca
O título nos remete a uma série de divagações não é ?
Miopia , astigmatismo , hipermetropia ? são formas de enxergar mais ou menos
disfocadas a realidade que a vida nos apresenta.
Falando em hotelaria , que é o nosso negócio podemos considerar que a
hotelaria ha dez ou vinte anos atrás era diferente da praticada atualmente?
Inovações na área de computação , materias , comunicação , equipamentos e
relação de trabalho , certamente trouxeram mudanças na forma de atuar e
enxergar .Tornaran-nos mais produtivos , participativos, competitivos
conscientes de nosso negócio.
Mais a grande pergunta que fica é quem mudou? o “Natal ou fomos nós” que
através de outros lentes o vemos diferente?
Os valores permanecem os mesmos desde a criação da hotelaria : servir ,
gostar de receber , sempre querer o bem estar de nossos hóspedes e valorizar
acima de tudo as pessoas que são a razão de nosso negócio.
A grande conclusão que chego é que devemos estar antenados a tudo de
maravilhoso que a nossa frofissão nos apresenta , mais um olhar para trás,
para não nos esquecermos dos pilares da hotelaria e na valorizção do ser
humano faz com que nossos lentes não se embacem por falsas premissas de
crescimento, nos tornando automatos de lucros desmedidos e no desrespeito
do ser humano.
O contador de historias numero1
By Emerson FonsecaO contador de histórias numero 1
O hoteleiro por vivencia, sempre acumula durante sua carreira muitas histórias. Interessantes , dramaticas , divertidas e muitas inusitadas.
Abro o texto convidando a todos a partilharem as suas dando ,sequimento como contador de histórias numero 2 e assim por diante . Tenho certeza que daqui um tempo teremos uma serie de artigos reais que irão certamente enriquecer mais a paixão pela nossa profissão.
Ai vai uma das muitas minhas .
Logo no inicio de minha carreira como gerente de engenharia e projetos de um grande hotel e responsável pela manutenção fui chamado num domingo pelo gerente geral para avaliar um estrago que tinha sido feita na suite presidencial.
Chegando na suite me deparei com portas dos banheiros quebradas, teto completamente manchado de champagne , sofas sujos de batom e luminárias destruidas . O hóspede habitue,empresario americano de sapatos que alugava a suite por até quinze dias, mesmo ficando fora dela as vezes até por ate 7 dias ja estava confortavelmente instalado em outra suite.
Raiva , espanto e ate um pensamento destrutivo em relação a ele me passaram na cabeça. Fiz o levantamento de todo o prejuizo e confesso que carrequei muito nas cores do orçamento , pois o hospede alem de me tirar do meu descanso ainda nao possuia nehum respeito a propiedade alheia.ahh eu pensava este cara vai pagar muito caro esta”festinha particular “
Com muita curiosidade entreguei o orçamento ao gerente geral e pedi a recepção que me avissasse o dia do checkout pois eu queria ver a cara do hospede.
Pasmen , no grande dia o hospede simplesmente olhou com desprezo meu orçamento , pagou e ainda sugeriu ao recepcionista rindo que o sofá deveria ser estofado de verde sua cor preferida.
Passado não mais que 1 ano do episodio , eu vi este mesmo hospede com um aspecto muito degradande morando no vidigal e logo depois preso.
De vendedor de sapatos não tinha nada era traficante e tinha caido em desgraça.
Ahh e o mais interessante é que descobri que naquela festinha da suite havia estado presente tambem .... ha deixa para lá nós hoteleiros somos um tumulo não é?Qualidade, como alcançar!
By Mario Cezar NogalesComo consultor hoteleiro, apresento esta exclamação aos meus clientes, e porque exclamação? Ora, afinal de contas, já estamos a 20 anos falando, estudando e orientando nos e os colaboradores de que qualidade é: Ótimos Serviços, Produtos de Marca, Produtos com Histórico, Ser Ecológico.
E tudo isto pra que? Porque ninguém entendeu o que é afinal QUALIDADE, pois todos os atributos que damos a qualidade são meros atributos e não explica o que é a qualidade.
Meu pai, quando eu era garoto, me “enchia o saco” para que eu lesse o dicionário, até que um dia, quando adolescente em um ímpeto de revolta costumeiro perguntei: Porque ler o dicionário se não vou usar no meu trabalho.
Ledo engano me respondeu: “se você não conhece o significado da palavra, os que a conhecem te dominam”
Enfim, ensinamentos paternos que sempre guardamos, então vãos ver o que os dicionários dizem sobre qualidade:
Qualidade
s.f. Maneira de ser, boa ou má, de uma coisa: a qualidade de um tecido, de um solo. / Superioridade, excelência em qualquer coisa: preferir a qualidade à quantidade. / Aptidão, disposição favorável: este menino tem qualidades. / Condição social, civil, jurídica etc.: qualidade de cidadão, de administrador, de legatário. (Sin.: atributo, modalidade, propriedade, virtude.) // Homem de qualidade, homem de origem nobre. // Voto de qualidade, voto de desempate atribuído ao presidente de uma assembléia. // &151; loc. prep. Na qualidade de, a título de, no desempenho de (cargo ou função).
Ou seja, segundo o dicionário é amaneira de ser? Boa ou má? Quando Deus colocou as serpentes no mundo deu a elas propriedades más?
Porque hospedes que se hospedam em hotéis de marca e de luxo ainda assim, uma parcela deles diz que o tal hotel é ruim?
Simples: porque ninguém entendeu o que é o Raio da Qualidade!
Então vamos lá, sem mais delongas (meus clientes ficam aflitos), afinal de contas o que é qualidade? Como entendê-la? Como praticá-la?
Minha resposta é mais simples do que parece: Qualidade é: um produto, serviço ou ente (ser) que atenda as expectativas, exigências e necessidades do ser humano.
Simples e complexo ao mesmo tempo não é, portanto, da próxima vez que você quiser dar qualidade aos seus hospedes pergunte a ele o que ele precisa!
Check In Beirando a Perfeição
By Mario Cezar NogalesE quais são as atribuições de um perfeito check-in? seja ele com reserva ou não?
Passos:
1) Entender qual o tipo de hospedagem que o cliente procura, se está a passeio ou a negocios, se quer com vista ou independe dela, se prefere alto ou baixo, fumante ou não.
2) Deixar bem esclarecido a forma de pagamento: faturado, pagamento direto ou misto, quais os valores a serem pagos.
3) Não usar de jargões hoteleiros, nós sabemos e conhecemos o cliente não.
4) Esclarecer todos os serviços disponíveis e os horários disponiveis.
5) Se tem ou quer algum atendimento especial como jornais, revistas, café no quarto, etc.
6) Apresentar devidamente a UH, demosntrando todos os equipamentos e serviços.
Logicamente, isto pode ser explorado ainda mais quando o hotel faz questão de dar um UAU!
A Técnica UAU! é exatamente isto, deixar o hospede estupefacto, apesar de a grande maioria não acreditar nesta técnica, ela propricia, na chegada do hospede, um prazer a mais e logicamente mais exigencias, portanto muito cuidado ao utilizar-se de UAU! seu cliente pode quere mais
E quais são estas técnicas?
Todos os funcionários sorrindo, não gargalhadas, mas com um sorriso estampado no rosto como sentindo um real prazer de estar trabalhando no hotel.
Agua, café, sucos, petiscos, toalhas geladas a disposição do hospede na recepção fazem parte.
Disponibilizar equipamentos como cafeteira, aquecedores, humidificadores de roupas (pra desamassar as roupas da mala), desfazer as malas, fazer as malas são outras.
Dias da semana especificos para Happy Hour com o Staff
Enfim, com muita criatividade e um budget baixo o UAU! encanta até os mais marrudos dos clientes.
Abraços
Mario Cezar
Arrumação: a Qualidade que não é Reconhecida.
By Mario Cezar NogalesQuando um hospede entra na UH, muitas vezes deixa de reparar nos detalhes (se for homem) da arrumação ali feita e o trabalho profissional ali realizado. Veja:
• Cama Envelopada e/ou Abertura de Cama
• Travesseiros enchidinhos
• Chocolate de boa noite
• Telefone higienizado
• Televisor no canal de informações
• Radio/Relógio com a hora certa
• Lâmpadas todas funcionando
• Controle remoto em perfeitas condições
• Quadros em posicionamento correto
• Copos sem manchas ou gotas
• Lustres e cabeceiras isentos de pó
• Enxoval Extra limpo e perfumado
• Amenities arrumadinhos
• Pia e banheira secos
• Box sem manchas
• Toalhas limpas, secas e perfumadas
• Detalhes florais
• Papel higiênico dobrado
• Crivo e vaso sanitário higienizado,
• Etc. etc. etc.
Ufa, já perceberam que trabalhão? Só que a maioria não sabe ou não se atém que tudo isto deve ser realizado com o tempo médio de 20 minutos por UH, assim uma camareira produzirá em 7 horas ativas de trabalho a quantidade de 21 uh’s dia (aqui não estamos considerando uma UH média de 25m2).
E como cobrar qualidade, pontualidade, eficiência, eficácia, prestatividade e tudo mais que o serviço exige, de uma pessoa que literalmente se “vira nos 30” 6 dias por semana e com o salário abaixo do salário da recepção?
Alguns administradores hoteleiros ainda trabalham em sentido “aquartelado” e por incrível que pareça, seu turn-over não é alto onde os fatores disto estão aplicados a escolaridade, acomodação, perspectivas que este tipo de colaborador tem.
Agora vamos nos ater a resultados e do porque alguns hotéis têm maior ocupação que outros que é um simples motivo: TREINAMENTO E RECONHECIMENTO.
Não só por parte dos colegas do Hotel/Pousada, mas também por parte do HOSPEDES e como se consegue isto? Fácil:
• Treinar, re-treinar, e re-treinar (sou fã de Peter Drucker), não há motivo que mais impulsione um colaborador que treinar fundamentos (assim são os times vencedores).
• Veja a simplicidade da questão: para quem estes colaboradores trabalham (e não é para o hotel)
• Jogo de qualidade: Existem varias maneiras de checar a UH e uma delas é com premiação imediata e constante “seja criativo” (minhas colaboradoras viviam me chamando para supervisionar suas uh’s).
• Pesquisa e Desenvolvimento: Nunca deixe de usar os melhores e mais tecnológicos equipamentos, (o trapinho de torcer é do século 19).
• Comunicação: como a camareira não está no check-in o hospede não há conhece, e porque não deixá-lo que há conheça? (bilhetinhos, fotos, murais fazem toda a diferença).
• Celebrações: lembre-se de que são pessoas e todas elas gostam de elogios, cumprimentos, saudações em reuniões, os devidos parabéns (pessoalmente) pelo esforço, aniversário, idéias são muito bem vindos.
E isto é só um pedacinho do que pode ser feito, dessa maneira a sua recepção nunca vai reclamar que não tem UH’s prontas para seu check-in!
Por: Mario Cezar Nogales
(repordução autorizada com os devidos créditos)
veja mais em: http://profissaohotel.blogspot.com/
Adeus Jornal, TV e Rádio! Marketing agora é na web!
By Leonardo SecundoAbaixo está um gráfico do “Center for Media Research”, que mostra os tipos de mídia que serão mais utilizadas para comercialização e também as que você deve incluir nos seu plano de marketing em 2010.
http://uploaddeimagens.com.br/imagem/index/349print.jpg
Não é preciso ser um grande entendedor do assunto para saber que o gráfico mostra o grande crescimento percentual das mídias online. Elas já estão deixando para trás os tradicionais canais: TV, Revista e Radio.
Em pouquíssimos anos, estas mídias estarão em pleno controle, principalmente para o nosso ramo de hotelaria e turismo, onde na minha opinião, não há forma nem canal com melhor custo x benefício para se atingir todos os diferentes tipos de clientes, seja o de lazer, o cliente de negócios, o intermediário e o estrangeiro.
Sabemos que existem muitos hotéis e grandes redes que ainda não se atentaram a isso, ainda acham modismo, ou então por não ter conhecimento, outros pensam que é necessário grandes investimentos e enfim, existem aqueles que não sabem nada e apenas saem falando que isto é besteira. Mas, tudo bem se você se classifica em algum desses grupos de pessoas, pois vou até o fim deste post tentar abrir os olhos de quem ainda não se tocou sobre essas tendências.
Convido você para refletir nas seguintes perguntas abaixo ou então chamar o"menino do marketing" e pedir pra ele(a) te responder:
• Você está construindo um banco de dados de clientes que optaram por receber seus e-mails?
• Você está incluindo links que incentivar os beneficiários a partilhar a sua mensagem com a sua rede?
• Você já adota em sua estratégia a pratica de SEO?
• Já começou a fazer ações com que alinhe Social Media e Ad Words?
• Já utiliza a Rede de Conteúdo do Google para fazer publicidade em grandes portais com baixo custo?
• Já possui a prática de analise dos resultados de seus esforços com o Analytics?
• Já parou para pensar em implantar uma cultura de CRM na sua empresa?
• Mobile Marketing? Já ouviu falar? E Bluetooth? QR Code, alguma vez?
• Ja fez uma analise heurística e do Fluxo de navegação do seu site?
É claro que se o seu objetivo não é de
vender de forma direta (para o cliente final) , continue
investindo em e-commerce, faça uma boa distribuição do seu hotel
ou rede de hotéis nas OTA's ( Expedia, Travelocity, Booking.com
etc...) e deixe isso tudo na mão delas, porque elas fazem isso
tudo aí em cima muito bem feito! Em contra-partida pode também
continuar pagando rios e rios de comissão. Cada um com sua
estratégia, certo?
Em alguns casos dá pra fazer os dois, ( e-commece e web
marketing) caminharem juntos, mas isso só se você tiver disposto
tornar as vends online como um forte pilar do seu
negócio.(Eu aconselho! :) Em breve a venda direta vai começa a
incomodar o "core-business" das OTA's e do GDS, isto ja e
realidade la fora e dentro de algum tempo será aqui também.
Vale ressaltar também que todas estas perguntas estão
relacionadas as novas formas de se fazer marketing na web e
outras são sobre ações para conquistar mais espaço para sua marca
na internet.
Se respondeu não a pelo menos metade das perguntas, não se
assuste, ainda há tempo de “correr atrás”. Mas,
infelizmente é “atrás” pois na web geralmente vence quem corre na
frente!


