A Qualidade na Prestação de Serviços
By Valéria RomãoCom a globalização, houve a expansão de empresas nos mercados do mundo inteiro com isso a concorrência e a competitividade, as exigências dos clientes aumentaram na mesma proporção exigindo que as organizações sejam flexíveis para alcançar equilíbrio no mercado e alcançar a capacidade de predizer os desejos dos clientes e do mercado, onde o cliente é a pessoa mais importante do negócio e mais, é disputado pelo mercado.
Então o que fará com que o consumidor seja seu cliente?
A resposta é simples: a qualidade na prestação de serviço.
Isso significa que a qualidade na prestação dos serviços é um fator determinante para o sucesso ou fracasso de uma empresa.
O que vem a ser qualidade?
“Qualidade é a adequação ao uso. É a conformidade às exigências”(1).
Esta é a definição técnica estabelecida pelo ISO – INTERNATIONAL STANDARDIZATION ORGANIZATION, responsável pelas normas de Qualidade, em diversos setores, no mundo. O aspecto objetivo, mensurável da Qualidade, é o processo. É através dele que se pode implantar sistemas como o da ISO-9000, por exemplo.
Porém, quando falamos de Qualidade temos definições mais abrangentes.
“Qualidade tem a haver, com o processo pelo qual os produtos ou serviços são materializados. Se o processo for bem realizado, um bom produto final naturalmente virá. A Qualidade reside no que se faz – em tudo o que se faz – e não apenas no que se tem como conseqüência disso”(2).
Ou, em outras palavras, todos os processos de uma atividade são importantes; se os processos forem desenvolvidos com qualidade, o produto final terá qualidade.
A Qualidade está ligada a sentimentos subjetivos que refletem as necessidades de cada um. O conceito de cliente deve ser estendido a todos numa organização que é constituída pelos os clientes externos (todos que entram em contato com a organização e que não são parte integrante da mesma) e os clientes internos (todos os funcionários e setores da organização).
O Atendimento é fundamental. É o Atendimento que realiza a interação organização-cliente. As pessoas conhecem a organização através de suas instalações físicas e de seu contato com os funcionários dessa organização. Então “qualidade na prestação de serviço” vem a ser a “plena satisfação do cliente”. Isso significa a qualidade na prestação de serviços é essencial ao perfeito funcionamento de qualquer empresa. Se a empresa busca a qualidade em seus serviços, conseqüentemente ela está buscando a satisfação do cliente. E esse é o segredo para o sucesso, concentrar-se nas necessidades e desejos do cliente e superar as suas expectativas.
Na busca pela qualidade é preciso desenvolver algumas ações:
- A qualificação dos colaboradores;
- A otimização das rotinas administrativas
- O envolvimento de todos no processo de excelência da organização.
Para oferecer um serviço de qualidade devemos buscar:
- A excelência do serviço resulta da busca da qualidade e não do lucro;
- O serviço deve ser de qualidade e com preço justo;
- O cliente é a pessoa mais importante da empresa;
- A empresa deve estar voltada para resultados;
- Satisfazer o cliente e superar as suas expectativas;
- Todos os integrantes da empresa devem se sentir responsáveis e trabalhar pela satisfação do cliente;
- Qualificar os colaboradores;
- Uma administração participativa e atuante.
** REFERÊNCIAS: (1) ROTHERY, Brian. ISO 9000. São Paulo, Makron Books,1993.p.13. (2)LOBOS, Júlio. Qualidade através das pessoas.São Paulo, J.Lobos,1991.p.14. ***
APRENDA A MOTIVAR-SE
By Valéria RomãoDiariamente nos deparamos com situações que nos colocam à prova e em evidência perante nossos colegas de trabalho. Quem disse que o mundo corporativo é uma selva, estava coberto de razão. Uma selva aonde só os mais fortes sobrevivem.
Como enfrentar esse clima e essa batalha? Aonde encontrar a força e a motivação necessárias para seguir em frente e buscar o reconhecimento merecido?
A luta pelo sucesso não é tarefa fácil. É preciso algo a mais do que simples competência. É preciso bom relacionamento, capacidade de lidar com o inesperado, sangue frio , paciência e sorte também.
A sorte tem seu papel nesta guerra mas sempre acontece para quem sabe aproveitar as oportunidades que se apresentam sem aviso e também para quem não prejudica deliberadamente os outros.
Motivar-se diariamente e persistir no caminho são as partes mais árduas. Exigem um foco incrível e uma visão de futuro que poucos possuem. É como manter um casamento feliz e muitos fracassam na tentativa porque perdem o foco e desmotivam-se.
Existem bons e péssimos dias no quesito motivação. Dias em que tudo dá errado e dias em que as coisas boas simplesmente acontecem. Saber equilibrar-se nessa gangorra é o segredo para não ficar exposto aos extremos (alegria exagerada ou tristeza profunda) porque viver nestas duas situações acaba por gerar um desgaste grande.
Procure não se abalar por qualquer coisa. Priorize suas
atividades e suas reações. Reaja de maneira menos intensa quando
o assunto não for tão sério e nem de maneira banal quando a coisa
for grave. Crie um equilíbrio de emoções para manter sua mente
saudável e resistente aos golpes. Desta forma é mais coerente,
sábio e produtivo resolver os problemas. Permita-se um
tempo para pensar ao invés de agir impulsivamente. Reflita, use
sua inteligência , seja estrategista. Tudo isto vai provocar em
você uma motivação até então desconhecida, que virá de decisões
acertadas e pequenas vitórias diárias e vão alimentar seu ego,
sua vaidade e lhe dará força para persistir.
O caminho se faz caminhando, é nele que se encontram as razões
para seguir ou parar e é no peregrino que está a força ou a
fraqueza interior para dar o próximo passo ou fazer a próxima
curva. Portanto, você é o peregrino do caminho para seu
sucesso ou seu fracasso, que estrada vai escolher?
HOSPITALIDADE
By Valéria RomãoHospitalidade é praticar valores
|
A hospitalidade é uma forma de
relação humana baseada na ação recíproca entre visitantes
e anfitriões. O sucesso desse relacionamento depende de
inúmeros fatores. Mas, principalmente, dos valores
daqueles que estão interagindo. Ou seja, dos princípios
que orientam as condutas dos envolvidos na relação. |
Práticas Inovadoras na Hospitalidade
By Rossana SpenaNós, hoteleiros, sempre estamos à procura de novas idéias, que tragam para nosso negócio algum diferencial, algo que fidelize nossos clientes. Visitamos a concorrência na esperança de dar aquela "espiadela" na grama do vizinho, que para nós, sempre é mais verde.
Acontece que, na maioria das vezes, internamente, há um borbulhar de idéias, vindas dos próprios colaboradores, os quais estão próximos e escutam nossos clientes, mas nem sempre são ouvidos. Enquanto corremos atrás da própria sombra, outros correm atrás do sucesso e implantam idéias que já tivemos e que por algum motivo, ficaram guardada na gaveta. Outros têm idéias que nunca imaginamos possíveis ou que nunca implantaríamos em nosso hotel.
Um grande hotel na Inglaterra, implantou o "check in e check out a qualquer hora." Apesar do horário de check in ser às 15:00h, mesmo que o hóspede chegue às 08:00h, ele receberá um apartamento para refrescar-se . Segundo o hotel, a excessão acontece somente quando o hotel está lotado. Então pergunto: o que há de inovador nisso? Aqui no Brasil, já presenciei muitos recepcionistas "cortanto um dobrado" para contornar esse tipo de situação, pedindo prioridade à Governança. As camareiras correndo para entregar o apartamento, a governanta estressada e o hóspede tamborilando os dedos no balcão, chateado porque vai receber seu apartamento às 10:00h. Sobe antes das 15:00h e, ao sair, ainda preenche o questionário reclamando que o hotel demorou a entregar seu apartamento.
Por curiosidade, pesquisei se algum hotel no Brasil já divulgou como boa prática o fato de todo um staff correr par atender o cliente e hospedá-lo antes da hora contratada, na maioria das vezes sem cobrar pelo "early check in" ( registro antecipado). Não encontrei!
Precisamos aprender a "cacarejar nossos ovos", divulgar o que fazemos de melhor. Nosso povo hospitaleiro não precisa fazer força para agradar. Sabemos como contornar situações difíceis, hóspedes insatisfeitos, mas parece que estamos adormecidos. Vejo isso no meu dia-a-dia. Profissionais com todo o perfil necessário para garantir uma satisfação acima de 90%, mas esperam, esperam, esperam ... Não sei o que, para dizer a verdade.
Abro o espaço para quem quiser divulgar o que faz de melhor. Queremos ouvir! Queremos saber! Divida com todos o que você faz de especial para seus hóspedes, sem medo de ser feliz e de fazer outros felizes.
"Quando bem aproveitados e estimulados, os recursos humanos se transformam em importante recurso estratégico."
By Rossana SpenaAs mudanças organizacionais, que começaram a surgir a partir dos anos 80, impactaram significativamente as empresas. O surgimento de uma nova tendência, na qual o trabalhador passa da era do trabalho mecanizado e braçal para o profissional da era do conhecimento, gerou grande preocupação nas empresas a as leva a prestar mais atenção no cenário atual para poderem tomar suas decisões.
As empresas sentiram então a necessidade de mudar e deixar de encarar vantagem competitiva como sinônimode "temos vantagem porque temos estoque". Grandes empresas buscaram otimizar seus recursos, ou seja, já não bastava ter grandes estoques,mas deixar de tê-los e oferecer melhores preços, maior qualidade, ter maior capital de giro, menor custo operacional e garantir a fidelização do cliente.
Como afirma LOPES (2003):
"Passou-se a comprender uma organização não apenas como uma simples empresa de aspectos hierárquicos rígidos, com um grande número de níveis e ascensão profissional somente através de promoções sem nenhum tipo histórico ou clareza. Agora a empresa busca tornar-se empreendedora, com aspectos hierárquicos flexíveis, estruturas organizacionais com poucos níveis hierárquicos e com uma ascensão salarial através de seu desenvolvimento pessoal."
Essas mudanças afetam, conseqüentemente, os departamentos de Recursos Humanos das empresas, pois aumentando a necessidade de criar vantagem competitiva, o foco deixa de ser somente na tecnologia e processos e passa-se a valorizar também as pessoas.
O departamento de RH passa a ter grande importância dentro das empresas. Através de sua gestão, as empresas passaram a desenvolver talentos, valores, diferenciais. Os colaboradores passaram a fazer parte das estratégias operacionais das empresas, comprometendo-se com elas. Pasam, não só a receber mais capacitação técnica, como pessoal. Sua autonomia cresce a passa a tomar decisões, criar novoas formas de operacionalizar, apresenta melhores práticas.
Com essas mudanças, as empresas, através de Gestão de Recursos Humanos, estrategicamente transformaram seus colaboradores em ferramentas de diferenciação. Através deles, alcançam vantagem competitiva, caracterizada pelo valor desses colcaboradores,pelas suas características raras, descobertas e desenvolvidas pelas próprias empresas, que organizadas, estimulam e possibilitam seu crescimento.
Um excelente exemplo desse investimento em recursos humanos, com conseqüente diferenciação e crescimento financeiro paraa empresa é o case do SPOLETO.
A revista "Franquia & Cia" premiou o SPOLETO ,no primeiro semestre de 2003, por "As Melhores Práticas em Recursos Humanos".
Segundo Simone Valente, em seu artigo escrito para a revista, a preocupação com Recursos Humanos faz parte da cultura da empresa.
"Em 2002, a rede de franquias implementou aulas de teatro no treinamento de franqueados e funcionários. O objetivo, com isso, é fazer com que eles descubram seus talentos e possam desenvolver habilidades, estabelecendo um atendimento personalizado e diferenciado. Como no Spoleto "o cliente é o próprio chef " e monta seus pratos, é importante que haja uma boa interação com o cozinheiro para que a sua comida seja como imaginou. Nas aulas, os aprendizes se soltam e fazem um trabalho de expressão corporal, coordenação e interpretação, que aplicado ao cotidiano do restaurante, tem alcançado aumento significativo no faturameto das lojas, usando como exemplo a do Largo de Machado, no Rio de Janeiro, que após o curso de teatro, aumentou sua receita em 25%.
O Spoleto apresenta uma trabalho padronizado,mas não mecanizado. A idéia é investir no ser humano, a fim de que cada um crie a sua marca e surpreenda o cliente, fazendo cada atendimento especial."
Outro diferencial do restaurante é o de ter atendentes que possam se comunicar com estrangeiros . A franquia passou a dar aulas de inglês para seus colaboradores, principalmente nas lojas que recebem muitos turistas. Como o Chef interage o tempo todo com a clientela, o curso tem como objetivo ensinar noções básicas de como pronunciar o nome dos ingredientes e temperos e perguntar a massa e o molho que o cliente deseja.
Além de desenvolver seus colaboradores para o trabalho, o SPOLETO os desenvolve para serem treinadores. Utilizam o conhecimento interno para disseminar a cultura e as técnicas necessárias. Esse Empowerment dá bons resultados. Simone nos trás o depoimento de um dos colaboradores , o cozinheiro Romildo:
"Antes não sabíamos o 'porquê' da atividade que ensinávamos. Me tornei uma pessoa mais madura e com isso pude perceber a responsabilidade e o papel que tenho em relação à qualidade do treinamento.Enfim,mudou o meu jeito de ser também na vida pessoal."
Essas práticas utlizadas pelo SPOLETO trouxeram para empresa vantagem competitiva, pois "quando bem aproveitados e estimulados, os recursos humanos se transformam em importante recurso estratégico."
Quem de nós já não ficou na fila do SPOLETO esperando satisfeito sua hora de escolher sua massa e arquitetar seu sabor ?
REFERÊNCIAS
ALVARÃES, Alberto. Do DP ao EP passando pelos Recursos (des) Humanos. Disponível na seção de Recursos do curso Online de Gestão de Recursos Humanos de FVG.
LOPES, Manuel Carlos Domingues . Remuneracão estratégica 2003. Disponível em http://www.rh.com.br – acessado em 23 de novembro de 2003.
VALENTE, Simone. Spoleto ganha o prêmio "As melhores Práticas em Recursos Humanos . Revista Franquia & Cia , de 12 de Junho de 2003.
Texto sem autor especificado
Gestão Integrada de Recursos Humanos . Disponível na seção de Recursos do curso Online de Gestão de Recursos Humanos de FVG.
Outras fontes de Leitura
Apostila do curso Online de Gestão de Recursos Humanos da FVG.
Administre seu tempo
By Valéria Romão
Para
começar a falar em administração de tempo, temos que entender o
que vamos tentar gerenciar. Podemos dividir o tempo em duas
categorias: o medido e o vivido. O que vai realmente importar é o
vivido. E quando acaba o mês e sente que não conseguiu realizar o
que havia esperado, alguma coisa está errada.
O primeiro passo é dedicar uma parte do dia ao planejamento.
Lembre-se: cada hora dedicada ao planejamento das atividades
poupa três de execução. E o tempo medido funciona para apontar
erros do nosso passado e, como fonte de aprendizagem, evitar a
repetição dos mesmos problemas.
Profissionais em geral que têm dificuldade em administrar o tempo
podem ser enquadrados em algumas das seguintes
características :
Fora de foco: dificuldade de concentração é o
maior problema, uma vez que tende à dispersão.
Indeciso: vive com
medo de desagradar chefes, subordinados e pares, decidindo
empurrar tudo com a barriga.
Centralizador:
pensa que, se não fizer, ninguém cumprirá a tarefa corretamente,
é perfeccionista.
Apagador de
incêndio: cumpre as tarefas da forma como vão
aparecendo, sem hierarquizar as necessidades.
Para organizar , comece a criar o hábito de planejar e manter uma agenda diária. Nas primeiras horas do dia, escreva uma lista com tudo o que quer realizar. É importante priorizar estas ações levando em conta fatores como resultados, prazo e facilidade. Em primeiro lugar, pense nos resultados, procurando cumprir tarefas que trarão retorno imediato. Depois atue sobre o prazo, definindo cronograma e responsabilidades para a execução das tarefas.
Mesmo que não exista uma data pré-definida, preveja um prazo ideal, lembrando sempre que resultado esperado é sempre o fator principal. Evita-se, assim, que prazos sejam cumpridos burocraticamente. Este é o principal fator de qualidade das tarefas executadas. Por isso o estabelecimento de meta é mandatório e o cumprimento de prazo, operacional. Quando o trabalho é de grande complexidade, recomenda-se utilizar o parâmetro da facilidade, entendido como ações que apresentem níveis de dificuldade menores. Desta forma, consegue-se eliminar mais tarefas durante o dia, tendo como conseqüência retornos imediatos de produtividade. É o famoso “comer pelas bordas”.
O perigo é deixar as coisas mais complexas para depois, procrastinar prioridades e acabar esquecendo de realizá-las. Considere, portanto, que os resultados e prazos prevalecem sobre a facilidade das ações. Um dos grandes problemas na administração de tempo é não saber a distinção entre importância, urgência e prioridade. Importância é quanto aquela tarefa irá agregar para atingir as metas. A urgência está ligada ao tempo, prazo de execução e de início da tarefa, enquanto a prioridade surge da combinação da importância com a urgência.
Administre seu
tempo, inclusive sua agenda de tarefas, procurando adotar a
seguinte linha de raciocínio:
Importância: defina
metas, explicitadas como resultados esperados, conforme critério
de prioridade.
Urgência:
estabeleça prazos e responsabilidades, subordinando-se à
importância e, se possível, delegue urgências menos importantes a
terceiros.
Facilidade: Enumere
as dificuldades de cada tarefa, subordinando-se à importância e
urgência.
Tarefas: preveja as
atividades que devem ser feitas para operacionalizar as
metas.
Prazos: fixe datas de entrega ou finalização das tarefas.
Se você criar o hábito de planejar , administrando a agenda diária de acordo com essas dicas, seu trabalho se tornará mais fácil. Colocará desafios, os ultrapassará e controlará seu tempo de maneira organizada e mais eficaz. Sua qualidade de vida e seu relógio agradecem.
Livro " O Paradoxo Sexual "
By Valéria Romão
O PARADOXO SEXUAL - Susan
Pinker
Segundo esse livro, as escolhas profissionais de homens e
mulheres podem ser determinadas pela
genética
A psicóloga canadense
Susan Pinker, autora do recém-lançado O Paradoxo Sexual (Editora
BestSeller), coloca pimenta na tradicional discussão da guerra
dos sexos. Para ela, a disparidade entre os gêneros pode ser
explicada a partir de fatores biológicos: por ter hormônios e
genes diferentes, homens e mulheres fazem escolhas diferentes na
carreira. De acordo com o livro, se elas não chegam ao topo não é
apenas por preconceito ou falta de oportunidades oferecidas pela
empresa.
O organismo, afirma Susan,
também influi no destino profissional. "A genética pode orientar
as decisões de carreira de qualquer pessoa", diz. “Um jogador de
basquete pode ter decidido entrar nessa profissão por causa de
sua estrutura corporal. Minha proposta é usar a biologia como
ponto de partida para analisar também as diferenças de gênero”,
escreve Susan.
Munida de pesquisas científicas e anos de experiência clínica, a
psicóloga afirma que, por terem conexões cerebrais e hormônios
distintos, os homens são mais propensos à rivalidade e a
atividades que envolvam sistemas padronizados (como a engenharia
e a fícarreira predispostas a ter empatia e sensibilidade e a
trabalhar em áreas que estimulem a linguagem e o cuidado com o
próximo.
“É por isso que profssões como recursos humanos e comunicação
atraem mais mulheres”, afirma a autora. Mas ela alerta: os
comportamentos padrões podem variar de acordo com a personalidade
de cada um. “É claro que os traços individuais e o ambiente
influenciam muito.”
De acordo com Susan, os cargos de alta chefia atraem hoje mais os
homens do que as mulheres porque eles desenvolvem melhor as
conexões cerebrais que estimulam a competitividade —
característica importante para quem quer subir até a presidência.
Apenas 3% das 500 maiores empresas americanas, segundo a revista
Fortune, possuem mulheres na alta liderança.
Susan não nega que a cultura masculina, que ainda predomina na
imensa maioria das companhias, seja um componente dessa situação
— ao lado das questões biológicas. “As mulheres são uma força
relativamente recente no mercado de trabalho, por isso a gestão
das empresas é prioritariamente masculina.”
Segundo Susan, a empresa que não entender as diferenças de
raciocínio entre os sexos corre o risco de perder executivas
talentosas. Um exemplo de ação direcionada à funcionária vem da
consultoria Accenture, que permite que as mães trabalhem
remotamente durante os primeiros anos dos filhos. “Isso faz com
que elas fiquem mais felizes e continuem a crescer dentro da
companhia”, diz Ronald Munk, responsável pela área de
responsabilidade social.
ELES QUEREM
STATUS E ELAS, AUTONOMIA
Ter a necessidade de ser feliz em diferentes aspectos da vida é,
segundo Susan Pinker, outra característica biologicamente
feminina. As mulheres, diz ela, são adeptas da diversidade de
objetivos, enquanto os homens são mais focados em metas
determinadas. O que motiva os rapazes são status, altos salários
e oportunidade de crescimento rápido.
Já as moças priorizam: flexibilidade, autonomia, trabalhar com
pessoas inspiradoras e ter um trabalho no qual possa fazer a
diferença — esses objetivos impulsionam 85% das universitárias,
de acordo com pesquisa citada no livro O Paradoxo
Sexual.
O que Susan propõe é que cada gênero tenha liberdade para fazer
escolhas diferentes. “As mulheres precisam parar de agir como
homens só para não se sentirem discriminadas”, diz a
autora.
Lucro e Ocupação Hoteleira
By Rui VenturaComo tudo vem bater em custos, se o Administrador não sabe quanto custa vai ficar difícil. Administrei Hotéis em Curitiba e ali, na minha época se fechava o ano na casa dos 70% de ocupação, era bom? Não sei, no meu caso era, mas isso pode não ser. E já vamos ver por que:
Um Hotel bem administrado tem seu ponto de equilíbrio entre 27 e 31% de ocupação, hoje o mercado Curitibano reclama que fecha o Ano na casa de 50% é Bom? Sim é bom. Porque dizem que não é e por vezes não é mesmo.
Normalmente o Hoteleiro se refere à ocupação como um fato operacional, então não posso mais dizer se é ou não bom já que a ocupação, quando falamos de Lucro Líquido precisa ser OCUPAÇÃO FINANCEIRA.
Se você tem um hotel de 100 apartamentos e pratica uma diária média de R$. 100,00 então seu percentual de ocupação é realmente o mesmo independentemente de Operacional ou Financeiro, no entanto isto dificilmente se verifica, a diária de balcão é 100,00 mas a sua diária média é de 70,00 então o seu percentual operacional é um e o financeiro outro há que se saber porque o Hotel que encerra o ano com 50% de ocupação não dá lucro: Os motivos mais plausíveis são 2: 1º - Má administração, 2º e normalmente o mais provável o empresário está se referindo a um operacional e ignorando o percentual financeiro,, que é o que realmente paga as contas.
Não se esqueça, é básico que se saiba pelo menos quantas diárias precisa faturar diariamente para poder manter o empreendimento em funcionamento, ou sabe, ou contrata quem saiba, ou ainda, mude de ramo.
Não, não há Hotel que não dê Lucro, há empreendimentos com a Administração mal focada ou com números irreais.
A GASTRONOMIA
By Rui VenturaArte de combinar os Alimentos e de os combinar de modo a que eles proporcionem o maior prazer possível. O primeiro gastrônomo nasceu com a primeira carne assada.Na realidade antes da descoberta do fogo não se pode dar o nome de gastrônomo ao homem que se alimentava apenas para subsistir e que não sabia distinguir o bom do mau.Também não podemos chamar gastrônomo àquele que veio depois dessa descoberta…Não o é quem prefere a quantidade à qualidade, e aquele que, só para provocar o espanto e a admiração de seus convidados,apresenta os mais raros e inesperados alimentos fora de sua época e a despropósito pode não merecer o nome de gastrônomo. Depois de descobir o fogo o homem tinha avançado na civilização porque ao mesmo tempo descobria que havia um sabor novo nos alimentos cozinhados,um sabor infinitamente melhor,que distingue a sua comida da comida dos animais selvagens.Foi este, sem dúvida, o primeiro raciocínio humano que lançou as bases para o conceito atual de gastronomia: alimentar, mas da melhor maneira, tirando o máximo partido daquilo que a natureza pôs à disposição do homem para que ele sobrevivesse.
Da carne assada sobre carvões passou-se à carne grelhada metida em toscos espetos colocados sobre o fogo, mas a considerável distância dele.Os grãos e cereais,que se comiam crus ou grelhados,foram sujeitos a novas preparações:moídos davam farinha, faziam-se papas e destas papas obtinham-se bolachas (foi duma papa de cevada bem espessa que fermentou, por ter sido abandonada por momentos, que nasceu o primeiro pão).
O homem tentava assim os primeiros passos,lentos e inseguros como os passos de uma criança,pelo mundo maravilhoso e de inesgotáveis recursos que é o da arte culinária. Começava também a história do Mundo e ficava para trás a Pré-História, a época sombria de ignorância e trevas.
Surgiam as civilizações: a assíria, a sumérica, a caldaica. E se à primeira não ficamos devendo mais que a memória de batalhas sangrentas e festins bárbaros e orgíacos, ficamos devendo à última os mágnificoa Jardins Suspensos da Babilônia, pequeno mas fantástico mundo onde cresciam e se multiplicavam os mais variados vegetais, frutos e legumes.Da egípcia sem dúvida das civilizações antigas uma das que atingiu maior perfeição, temos notícias de explendidos banquetes em que se respeitavam as regras básicas da gastronomia e a que as mulheres bonitas, as flores, os perfumes e a música davam um tom de destinção e de requinte.Comiam-se grelhados, estufados e assados. Frutas e guloseimas não faltavam. Os egípcios sabiam já como apresentar os pratos para os tornarem mais atraentes e de paladar mais rico: sabiam preparar iguarias que guarneciam artìsticamente e que acompanhavam com diversos molhos, e conheciam já os filetes e os falsos filetes, os cremes e as compotas.Tudo isso nos contam num desenrolar de cor e de beleza, as inúmeras pinturas e frescos que os Egípcios nos legaram.
Sob o domínio deste povo altamente civilizado vieram, durante muitos anos os Hebreus.Quando se libertaram, chefiados por Moisés, erraram pelo deserto quarenta anos sofrendo as maiores privações, sujeitos à misericórdia de Deus. Finalmente fixados na tão esperado Terra Prometida, estabeleceram os fundamentos da sua cozinha que evoluiu e que é , na origem, a cozinha judaica de Hoje: a manteiga que eles conheciam foi abolida e a utilização de certos animais para fins alimentares tornou-se absolutamente interdita. Estes preceitos foram muitas vezes transgredidos porque o luxo de alguns reinados, o do fabuloso Rei Salomão,por exemplo a isso convidava. À sumptuosidade, à riqueza e ao exagero dos bens materiais depressa sucedem os desregramentos e as orgias.E daí à decadência é um pequeníssimo, salto. Todas as épocas históricas com as mesmas características no-lo provam.
Os Gregos, Espíritos elevados, não fizeram da gastronomia uma preocupação artística. Ocupavam-se mais com a literatura, a poesia e a música, o que não os impedia de aproveitarem o bom assado ou um delicioso vinho bem aromatizado. Houve até um Grego, de nome Lincurgo, que pertendeu fazer dos espartanos só soldados: para isso era necessário endurece-los fisicamente e tirar-lhes o prazer da boa mesa. Inventou então o famoso caldo negro ou guisado negro,que ninguém sabe ao certo do que era constituído,(ainda bem)-talvez de carnes negras carbonizadas e de vinagre, tudo acompanhado com plantas aromáticas e amargas.Era a negação completa da gastronomia, mas,na verdade, os homens não podem viver sem comer bem. Por isso o reinado do caldo negro foi de curta duração e o seu criador assaltado e ferido, tendo se dado por muito feliz por escapar à fúria destruidora de seus atacantes.A tentativa de Lincurgo falhou, portanto, redondamente, e como contra-ataque a gastronomia na Grécia desenvolveu-se muitíssimo após esse episódio tragicômico. Desenvolveu-se sobretudo graças às obras de certos gastrônomos, nomeadamente Arquestrade, que escreveu A Gastronomia, livro que se perdeu e que nós só conhecemos através de outros autores seus contemporâneos.Depois da era do caldo negro de Lincurgo os alimentos cresceram em numero e em variedade.As iguarias enriquecian-se com condimentos novos. As exortações de muitos, alguns dos quais vegetarianos, não impediram que a gastronomia continuasse o seu progressivo caminho.Aliás os Gregos, impulsionadores de tantas artes, não levaram esta ao seu apogeu.Na Grécia os banquetes eram mais motivo de reunião e de entretenimento do que de prazer gastronômico.Mas este estado de coisas também não durou muito tempo.Nos séculos IV e V, na época clássica da civilização helênica, os banquetes já apresentavam características diferentes:os convivas não comião sentados e sim deitados, o que está provado ser um erro gastronômico sob todos os aspetos, e muitas vezes, depois de terem comido bem e bebido melhor, tinham de ser levados para as casas profundamente inconscientes.
Sintomas da decadência que se avizinhava e que nem mesmo as vozes isoladas de puritanos, de moralistas ou de higienistas puderam evitar, decadência que iria terminar sob o domínio dos Romanos, esse povo que foi nosso antepassado e que tantas tradições nos legou.
No principio entre os Romanos existia a fragilidade. Pobres como todo e qualquer povo incivilizado,preocupados com as suas guerras e as suas conquistas, os Romanos não tinham nem recursos nem preocupações gastronômicas.Uns e outros vieram à medida em que iam dominando povos.De cada um deles receberam tudo aquilo que até então nunca tinham conhecido, desde a cereja ao faisão. Foi dos Gregos a civilização mais avançada e perfeita com que contactaram, que receberam uma maior e mais profunda influência.
A mesa Romana ia atingir um luxo desmedido que acabaria no desregramento que tão bem conhecido ficou na história. A riqueza dos elementos que compunham uma refeição era extraordinária: todos oos povos dominados, voluntária ou involuntariamente, puseram à disposição da arte e do engenho dos Romanos todos os seus conhecimentos. Da combinação desses conhecimentos nasceu a Gastronomia mais completa até então.E assim, da frugalidade se passou ao extremo absolutamente oposto.
Os Romanos, tal como os Gregos da decadência, faziam do comer uma das razões principais de sua vida. De tal maneira que se chegou a um processo para gozar melhor esse prazer, processo que hoje nos repugna sobremaneira:para saborearem de novo a comida,para poderem voltar ao principio,os Romanos vomitavam tudo o que haviam ingerido durante uma refeição.Assim se negava mais uma vez, embora do lado oposto de Licurgo, o conseito superior da gastronomia.Mas a par destes autênticos “Monstros”de gula existia ainda em Roma, como na Grécia,quem pugnasse por uma alimentação digna e sã, que não excluía a preocupação culinária.
Os anos que se seguiram após a decadência romana foram de deselação.Os Bárbaros saltavam as fronteiras dos seus territórios e à medida que conquistavam destruíam. O brilho das civilizações antigas escureceu, até desapareceu. As artes foram esquecidas, a gastronomia atraiçoada. Para estes povos do Norte, sem a m’nima cultura, não existia o prazer de bem comer mas sim o de comer bem.
Mas esta situação não podia prolongar-se indefinidamente, sobretudo a partir do momento em que estes autênticos selvagens lançaram um primeiro olhar para os banquetes, para as salas foustosas e para os hábitos luxuosos e civilizados dos seus vencidos.E assim veio a terminar mais um período de eclipse da história da gatronomia.
Diversos historiadores apresentam-nos a cozinha de Idade Média confusa e pouco variada.No entanto é nela que, em geral, têm origem todas as cozinhas nacionais que se distinguiram depois por características éticas e geográficas, como era óbvio que acontecesse. E no aspecto da alimentação a Idade Média foi uma época infeliz, porque sofreu numerosos períodos de fome. Mas como os cozinheiros e gastrônomos não deixaram nunca de ixistir,mesmo através das maiores vicissitudes, no século seguinte a gastronomia renascia, a par de todas as artes e à imitação dos clássicos.Sem dúvida que a riqueza da baixela e o luxo do serviço contribuíram também grandemente para essa renascença.
E hoje, nos nossos dias, o que é da gastronomia?
Hoje vivesse a era do bife,do prato do dia e das refeições em pílulas. Era determinada pela urgência d viver, pelo nervosismo da hora atual, materialista e prática. Apesar desta rotina e desta monotonia a ciência gatronómica sobreviverá como já sobreviveu noutras épocas.Para a defender e Alimentar, forman-se sociedades de gastronomia.verdadeiros centros de artistas na arte de bem comer,confirmadores do aforismo de Brillat-Savarim: “ A ciência que alimenta os homens é muito superior, pelo menos, àquela que os ensina a matar.”
A Internet e a Hotelaria
By Caio JapiassuO Brasil é reconhecido como grande potência na web devido aos números crescentes de usuários e ao se considerar o mercado internacional, este índice é ainda mais expressivo, onde é comum encontrar empresas com faturamento proveniente unicamente da internet. No Brasil a prática de vendas eletrônicas cada vez mais faz parte do faturamento das empresas e aqueles que se mantiverem fora deste processo enfrentarão grandes adversidades para se manterem no mercado.
Como a migração de gigantescos investimentos para a internet, a competição tornou-se algo muito presente para alguns nichos de mercado, dentre eles o turismo, devido a essa concorrência uma nova ciência tomou forma dentro da web e atualmente encontra-se totalmente desenvolvida e em constante atualização, esta ciência é chamada de SEM (Search Engine Marketing), e possui inúmeras ferramentas, conceitos e tecnicas, que se bem trabalhados, posicionam os websites nas primeiras posições, onde se concentram o maior número de visitantes.
Uma das mais conhecidas e efetivas ações de SEM, é a otimização de sites para os buscadores (Google, Yahoo, Bing e etc.), também conhecida como SEO (Search Engine Optimization), são inúmeras tecnicas e ações baseadas em conceitos de SEO, que quando aplicadas à um site, irá prepara-lo para que os buscadores o interpretem e posicionem nas primeiras posiçoes para termos de pesquisa mais valiosos para a hotelaria, como por exemplo "Hotel in Rio de Janeiro". (by www.nexxinn.com)


